INTRODUÇÃO

Pedrinhas e Cedovém são dois Lugares à beira mar, situados entre Ofir e a Apúlia, no concelho de Esposende - PORTUGAL.
Localizam-se num lugar calmo em cima do areal, onde pode almoçar e jantar com uma gastronomia típica local e poder usufruir de uma paisagem natural marítima Atlântica a uma temperatura do Litoral do Sul da Europa. Os caminhos e os percursos de acesso ainda se encontram em areia e criam uma composição que conjuga de forma perfeita entre a topografia e época das construções, o que dá um cunho único ao Lugar. Se estivermos acompanhados com alguém especial, imediatamente nos apaixonamos e nunca mais conseguimos cortar o "cordão umbilical" com este LUGAR cheio de magia e de uma beleza natural única.

2013/12/30

Câmara Esposende não aumenta preço da água por causa da crise


A Câmara de Esposende não vai aumentar, em 2014, o preço da água, "numa perspectiva de apoio às famílias, atendendo à difícil conjuntura que o país atravessa", informou hoje o Município.

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2013/12/27

A PRENDA DE NATAL PARA OS PROPRIETÁRIOS


No âmbito da acção para reconhecimento da propriedade privada (atuar contra o roubo público) no “Lugar de Pedrinhas e Cedovém”, vimos informar todos os proprietários que, pela Lei n.º 78/2013, de 21 de Novembro, foi prorrogado para o dia 1 DE JULHO DE 2014 o prazo máximo para intentar a acção.
Todos os interessados dispõem assim de mais meio ano para atuar judicialmente e proteger a sua propriedade privada. 

2013/12/17

Extinção da Parque Expo prevista para este ano, adiada para 2014



Jorge Moreira da Silva
disse:
"Não tendo sido possível extinguir a Parque Expo em 2013, está previsto que essa liquidação ocorra em 2014. E, para evitar uma duplicação de fundos, dei instruções para que as Sociedades Polis possam continuar a beneficiar do apoio técnico da Parque Expo enquanto esta não é liquidada"

«O ministro falava à margem de uma conferência sobre a proposta de Lei de Bases da Política Pública de Solos, de Ordenamento do Território e do Urbanismo, em Lisboa.
A extinção da empresa pública foi anunciada em 2011 pela então ministra do Ambiente. Em Junho deste ano - quando ainda tutelava a pasta do Ambiente - Assunção Cristas afirmou, no Parlamento, que o seu ministério estava "em condições de fechar a Parque Expo até ao final do ano e, se tal não acontecesse, que se devia ao compromisso de pagamento de dívidas de 250 milhões de euros", dependente de poder ser incluído nas contas públicas sem afetar o défice público.
Na ocasião, Assunção Cristas frisou perante os deputados que a Parque Expo "cumpriu a sua função e agora resta a extinção", já que a gestão urbana passou para a Câmara de Lisboa e Câmara de Loures e o Pavilhão Atlântico foi vendido a privados.
"A liquidação de uma empresa é sempre muito difícil. O conselho de administração da Parque Expo conseguiu passar de 200 para 98 pessoas [funcionários] e isso foi realizado num contexto de uma grande paz social e com opções eficientes do ponto de vista económico, mas não é uma opção simples liquidar uma empresa de um momento para o outro. Não foi possível liquidar ainda este ano, será liquidada durante o próximo ano", justificou Jorge Moreira da Silva, sem no entanto avançar uma data concreta para a sua extinção.
O governante acrescentou que, até à sua liquidação, as equipas técnicas da Parque Expo vão continuar a apoiar as Sociedades Polis [Polis Litoral, que incide sobre a Ria Formosa (Algarve), Litoral Norte, Ria de Aveiro e Litoral Sudoeste], uma vez que a "reabilitação e regeneração do Litoral é a grande prioridade orçamental do Ministério do Ambiente para 2014".

O investimento previsto é de 300 milhões de euros, sendo que 80% desse valor advém de fundos comunitários.»

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POLITICAS REAIS DE UMA REMODELAÇÃO

2013/12/04

Foi inaugurado após 3 anos parado o Sistema Integrado de Vigilância de Comando e Controle (SIVICC)

 
Passados 3 anos depois do previsto é que foi inaugurado pelo Sr. Ministro Miguel da Costa Macedo o Sistema Integrado de vigilância Integrado de Comando e Controle (SIVICC), que vem aumentar a segurança interna dos estados membros, sobretudo a impedir passagem não autorizada, diminuir o número de imigrantes ilegais que perdem a vida no mar e contribuir a prevenção da criminalidade no tráfego de droga.
Esta segunda-feira, dia dois de Dezembro, Miguel da Costa Macedo até constatou «o fim do calvário», tendo em conta as «dificuldades e problemas» que se levantaram ao longo dos anos no terreno para colocar o sistema totalmente operacional.

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