INTRODUÇÃO

Pedrinhas e Cedovém são dois Lugares à beira mar, situados entre Ofir e a Apúlia, no concelho de Esposende - PORTUGAL.

Localizam-se num lugar calmo em cima do areal, onde pode almoçar e jantar com uma gastronomia típica local e poder usufruir de uma paisagem natural marítima Atlântica a uma temperatura do Litoral do Sul da Europa .
Onde construções CELTAS desabrocham de fundações milenares, que resulta uma relação de interligação com a paisagem. Os caminhos e os percursos de acesso ainda se encontram em areia e criam uma composição que conjuga de forma perfeita entre a topografia e época das construções, o que dá um cunho único ao Lugar. Se estivermos acompanhados com alguém especial, imediatamente nos apaixonamos e nunca mais conseguimos cortar o "cordão umbilical" com este LUGAR cheio de magia e de uma beleza natural única.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Termina o prazo de reclamação dia 26 de Novembro

O período de discussão pública da revisão do Plano Diretor Municipal (PDM) termina na próxima terça feira, dia 26 de Novembro

Quem ainda não apresentou por escrito as suas reclamações, sugestões, pontos de vista e até esclarecimentos sobre esta proposta de revisão que decidirá o futuro de Pedrinhas e Cedovém poderá somente fazer até à próxima terça-feira, dia 26 de Novembro de 2014.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Âncoras romanas descobertas no fundo do mar em Carcavelos

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Uma equipa de arqueólogos subaquáticos encontrou, entre 2012 e 2013, vários vestígios romanos no fundo do mar em Carcavelos, concelho de Cascais, entre os quais vários tipos de âncora dessa época, foi hoje anunciado.
Os resultados, apresentados esta sexta-feira no Museu do Mar Rei D. Carlos, foram obtidos no âmbito do projeto de elaboração da Carta Arqueológica Subaquática do Concelho de Cascais, desenvolvida pela câmara e pelo Centro de História d’Aquém e d’Além Mar da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Em declarações à agência Lusa, o investigador Jorge Freire explicou que a sondagem arqueológica feita em 2012 e 2013, entre São Julião da Barra (Oeiras) e Carcavelos, permitiu “reforçar a presença de vestígios romanos no fundo do mar”.
Encontrámos vários tipos de âncora e outros elementos de navegações, provenientes de naufrágios, que remontam ao período romano, mas claro que há outros mais recentes”, explicou.
Jorge Freire explicou que a primeira intervenção feita em São Julião da Barra ocorreu há 15 anos e, agora, foi possível retomar a sondagem arqueológica e descobrir novos vestígios.
jorge.freire.106 / Facebook

O arqueólogo Jorge Freire, do Centro de História d'Aquém e d'Além Mar da FCSH / UNL
O arqueólogo Jorge Freire, do Centro de História d’Aquém e d’Além Mar da FCSH / UNL
O projeto da Carta Arqueológica Subaquática do Concelho de Cascais prevê uma investigação subaquática ao longo de cerca de 30 quilómetros de extensão, entre São Julião da Barra e o Cabo da Roca (Sintra).
Além da zona de Carcavelos, já foi investigado o fundo do mar entre a Baía de Cascais e a Guia. Por explorar está ainda a zona entre a Baía de Cascais e o Cabo da Roca.
Âncoras, canhões, material de navegação e mobiliário de bordo são a maioria dos vestígios encontrados, provenientes de possíveis naufrágios.
A costa de Cascais é bastante rica em canhões e isso explica-se por ser o canal principal de entrada em Lisboa“, acrescentou Jorge Freire.
Depois de a equipa de mergulhadores detetar os vestígios, contou o investigador, é feita uma avaliação por peritos arqueológicos, que conseguem determinar a sua época e, por conseguinte, o seu valor cultural.
Algumas peças em perigo são retiradas do mar e recuperadas, mas a intenção maior é manter os vestígios onde estão e enriquecer o fundo do mar para fins turísticos, porque há cada vez mais pessoas a fazer mergulho”, acrescentou também o investigador António Fialho.

O projeto, em curso desde 2009, visa a recolha de dados históricos e arqueológicos e a intervenção sobre sítios e achados já referenciados.
Blogue Pedrinhas & Cedovém com ZAP. aeiou

domingo, 9 de novembro de 2014

Relações Atlânticas Pré-históricas - CURUÑA

Ontem houve as VI Jornadas Mouras, na CURUÑA. Debate sobre a história antiga, arqueologia e analise territorial.
A palestra intitulada RELAÇÕES ATLÂNTICAS PRÉ-HISTÓRICAS, abriu as VI Jornadas Mouras organizada um ano mais pela plataforma na Defesa do Património das Pontes que este ano se dedicaram à reconstrução histórica.
A abordagem e reprodução em miniatura de barcos de couro na pré-historia,  como de um especialista em esgrima antiga, armazenamento na baixa Idade Média, como a exposição prática sobre a elaboração de cotas de malha por parte de membros do grupo de recriação histórica Taranis, são pontos que em muito nos fazem entender e reconstruir o pensamento e a maneira de ser do Homem antigo, pois só a Idade média durou 10 séculos (mil anos).
A necessidade de aumentar as relações Atlânticas hoje são fundamentais para que possamos ir ao encontro da nossa HISTÓRIA e podermos proporcionar um futuro melhor.

sábado, 8 de novembro de 2014

Esposende quer avançar para mais demolições na costa

Concluídas as demolições de casas em São Bartolomeu do Mar, autarquia e Polis Litoral Norte preparam plano de maior fôlego para o sul do concelho.


A Sociedade Polis Litoral Norte aprovou esta semana a contratação de trabalhos de cadastro das habitações e barracos de apoio à pesca existentes nas praias de Pedrinhas e Cedobém, na zona sul do concelho de Esposende, para poder planear uma operação de demolição desses imóveis, muitos deles ilegais e colocados em risco pelo desaparecimento dos areais.
Esta quinta-feira, à margem do seminário Internacional sobre Gestão da Orla Costeira, que decorre em Ofir, o presidente da Câmara de Esposende, Benjamim Pereira - que integra a administração desta sociedade Polis com os seus homólogos de Viana do Castelo e Caminha - admitiu avançar naquela zona do concelho com uma intervenção que passa pelo “recuo” da presença humana no local e pretende encontrar no próximo quadro de financiamento europeu, o Portugal 2020, as verbas necessárias.
A sociedade, participada também pelo Estado, estima que uma obra de requalificação daquelas praias possa custar 11,6 milhões de euros, quase quatro vezes mais do que a Polis está a gastar naquela que é considerada a “rainha” das dezenas de intervenções que está a levar a cabo nos três concelhos: a requalificação da frente marítima de São Bartolomeu do Mar.
Neste ponto a norte de Esposende, conhecido pela romaria anual que, a 24 de Agosto, leva milhares de pessoas ao “banho santo”, o areal desapareceu por completo, dando lugar a uma praia de seixos com uma cota bastante inferior à anterior, e muitas casas foram colocadas em risco. Desde o início do ano, foram já demolidas 27 casas e está a proceder-se ao enchimento artificial da praia com geo-cilindros de areia. O espaço, que vai ainda ser alvo de uma requalificação urbana que criará uma praça onde estavam as moradias, vai ser esta sexta-feira visitado pelo ministro do Ambiente e pelos participantes no congresso que decorre num concelho onde são vários, distintos, e exemplares, os proplemas de erosão na costa.
O congresso decorre no Hotel Axis Ofir, cujo restaurante não está, agora, a mais de 50 metros da linha da costa, tal como as famosas torres de Ofir, ali em frente. Na praia, ainda são bem visíveis as consequências do último Inverno, que fizeram ruir o muro de suporte do passeio entre as torres e o hotel e a praia. A Polis fez uma intervenção mínima antes do Verão, para não afectar a época balnear, e está à espera do visto do Tribunal de Contas para avançar com as fases dois e três, que implicam a reconstrução do muro e o reforço do esporão fronteiro ao hotel, a sul das torres, e do cordão dunar envolvente, obras orçadas em 1,3 milhões de euros.
Esposende é o concelho com mais problemas, e também com mais projectos do Polis Litoral Norte, sociedade que, apesar de ter sido constituída dois anos depois da abertura do QREN, e de ter tido um travão nos primeiros meses do actual Governo, conseguiu captar fundos do Programa Operacional de Valorização do Território (20,8 milhões de euros) e do programa regional, o ON.2 (11,7 milhões) para investir para já, entre obras feitas, em curso e contratadas, um total de 32,5 milhões de euros. Juntando a isto os capitais próprios, no total esta sociedade espera ainda chegar aos 45 milhões de euros de investimento, sem contar com o projecto de Pedrinhas e Cedobém, para o qual ainda vai procurar uma linha de apoio.
O presidente do Polis Litoral Norte, Pimenta Machado - que preside também à Administração da Região Hidrográfica do Norte - respondeu a uma questão do vice-presidente da Câmara de Espinho, Vicente Pinto, e considerou que, “retirando-lhe a marca Polis, que às vezes é um problema, o modelo de intervenção que está a ser seguido nesta sociedade poderia ser alargado a outros pontos da costa portuguesa onde estão identificadas várias áreas problemáticas". Esta sexta-feira, uma das intervenções mais esperadas é a do investigador Filipe Duarte Santos, que lidera o Grupo de Trabalho do Litoral formado este ano por iniciativa do Governo.

Investigador defende engenharia “pesada” contra perda de território
O país tem vários tipos de problemas a resolver, e um deles passa, desde logo, por voltar a assumir uma monitorização sistemática da evolução da orla costeira em toda a sua extensão, que deixou de ser feita há anos, avisou, num dos painéis desta quinta-feira à tarde, a consultora em “desenvolvimento sustentável” Teresa Gamito.

Antes dela, Já o investigador José da Silva Pinho, da Universidade do Minho, tinha alertado para a ausência de dados fiáveis sobre vários factores que contribuem para a falta de areias nas praias e o seu movimento na costa, como as quantidades de sedimentos que os rios deixaram de levar para o mar, com a construção de barragens. Já António Sanches do Valle, da WW Consultores de Hidráulica e Obras Marítimas, insurgiu-se contra uma certa inacção do país que vai andando de obra de emergência em obra de emergência sem cuidar de definir, como fez a Holanda em 1990, uma fronteira com o mar, uma linha de costa, da qual não recua, e sem realizar as obras, “pesadas”, que, defende, são necessárias para proteger as pessoas e bens e o território, insistiu.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Praia de S. Bartolomeu, Esposende, reabre de cara lavada até final do ano


Esposende, 06 nov (Lusa) -- A renovada praia de S. Bartolomeu do Mar, em Esposende, "reabre" até ao final do ano, após um investimento de 3 milhões de euros, que incluiu a demolição de 27 construções, foi hoje anunciado.
O anúncio foi feito pelo presidente da sociedade Polis Litoral Norte, Pimenta Machado, na abertura de um seminário internacional sobre Gestão da Orla Costeira, que decorre hoje e sexta-feira, em Esposende.

Segundo Pimenta Machado, aquela é considerada a "intervenção rainha" do Polis Litoral, programa que atualmente tem em fase final de contratação mais 16 empreitadas, no valor de 21,1 milhões de euros.
"É uma intervenção exemplar, sendo de realçar o clima de completa paz social em que todo o processo decorreu", referiu.
Em curso estão mais seis intervenções, orçadas em 5,2 milhões de euros, tendo já sido dadas por concluídas outras 11, que custaram 5,9 milhões de euros.
A aguardar financiamento estão mais 11 intervenções, para as quais são precisos 14,9 milhões de euros.
Uma destas obras é a ecovia do litoral, que ligará Esposende, Viana do Castelo e Caminha, numa extensão de 73 quilómetros e que custará 6,7 milhões de euros, um investimento a candidatar ao novo quadro comunitário.

Sem financiamento está, neste momento, o projeto financeiramente mais avultado do programa, que tem a ver com a requalificação da zona de Cedovém/Pedrinhas, em Esposende, e que poderá implicar a demolição de cerca de 200 construções.
Inicialmente orçada em 11,6 milhões de euros, a intervenção está a ser repensada, para a situar em valores mais compatíveis com a atual realidade financeira do país.

No total, o Polis Litoral Norte contempla 45 empreitadas, ascendendo o investimento a 59 milhões de euros.
Entre as intervenções programadas para arrancar a breve prazo, destaca-se a que terá lugar na praia de Ofir, onde se situam as três torres de apartamentos, que no último inverno estiveram ameaçadas pelas marés vivas, tendo-se registados vários estragos na zona.
O cordão dunar será consolidado com geocilindros cheios de areia, para "segurar" as investidas do mar.
Solução idêntica está prevista para proteger a marginal de Esposende, numa intervenção que custará 1,9 milhões de euros.
No terreno desde 2009, o Polis Litoral Norte tem uma área de intervenção de 5000 hectares, que inclui uma frente costeira de 50 quilómetros entre Esposende e Caminha e ainda as zonas estuarinas dos rios Minho, Coura, Lima, Neiva e Cávado.
VCP // MSP
Lusa/fim
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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Ofir


O presidente da Câmara de Esposende afirmou hoje que as torres de Ofir foram construídas num quadro de "total legalidade", para sublinhar que a sua eventual demolição teria sempre de passar pelo pagamento de indemnizações aos proprietários.
"Isto foi construído no início da década de 70 e nenhuma destas construções é ilegal", referiu Benjamim Pereira, durante um seminário sobre Gestão da Orla Costeira, que decorre entre hoje e sexta-feira, em Esposende.
As três torres de Ofir têm, no total, cerca de 200 apartamentos, dos quais apenas uma dúzia serve de habitação permanente.
No último inverno, estiveram ameaçadas pelas marés vivas, que provocaram vários estragos em passadiços muros e passeios nas imediações e levaram até à interditação de um dos parques de estacionamento que servem as torres.
A demolição daquelas torres já chegou a ser anunciada em 2002, na altura em que o ministro do Ambiente era José Sócrates, mas o projeto foi abandonado pelo Governo seguinte, face ao seu elevado custo - cerca de 31,5 milhões de euros, dos quais 25 milhões para indemnizações aos proprietários.
Segundo o autarca, o problema é que, na altura, "não havia planeamento tal qual o conhecemos hoje" e "as coisas foram feitas num contexto completamente diferente, numa lógica de desenvolvimento económico".
"Na altura, o mar estava a 100, 150, 200 metros e agora praticamente não há praia", acrescentou.
"As pessoas têm os seus direitos e têm de ver os seus direitos defendidos, porque estão numa situação de total legalidade e, por isso, não podem ficar sem os seus bens sem que haja qualquer mecanismo de compensação", referiu hoje o presidente da Câmara de Esposende.
Para o autarca, uma eventual decisão de demolição teria sempre de ter em conta um quadro de financiamento "que o país pudesse suportar" ou então a disponibilização de fundos comunitários.
Em junho, o ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território afirmou que a demolição daquelas três torres só acontecerá "em último recurso".
Para já, está previsto para o local uma intervenção orçada em 1,3 milhões de euros, com a consolidação do cordão dunar com a colocação de geocilindros cheios de areia, que servirão para atenuar o impacto e os efeitos das investidas do mar.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Câmara de Faro contesta, mas demolições na Ria Formosa são mesmo para avançar

Governo diz que «terreno é de todos nós» e ocupações são «ilegais». Medida está integrada no programa Pólis

Embora a Câmara de Faro conteste o calendário do programa Pólis, as demolições previstas de habitações do Domínio Público Marítimo, no âmbito do Pólis da Ria Formosa, são mesmo para avançar. O secretário de Estado do Ambiente reiterou esta terça-feira essa necessidade. 

A autarquia algarvia contestou o calendário do programa Pólis e a prioridade dada à demolição de casas nas ilhas barreira da Ria Formosa em detrimento dos acessos à praia de Faro e às dragagens na Ria Formosa, mas Paulo Lemos disse à Lusa não concordar, porque a ponte para a ilha de Faro «só pode ser feita com financiamento comunitário» e no atual Quadro Comunitário isso já não é possível.

Paulo Lemos recordou que as demolições «estão previstas há já algum tempo no programa Pólis e no próprio Plano de ordenamento da Orla Costeira», instrumentos que obrigam a administração a «cumprir a legalidade». 
(Ricardo Garcia/Lusa)

«São segundas habitações, casas de férias, em Domínio Público Marítimo (DPM), ou seja num terreno que é de todos nós, e são ocupações ilegais. Compreendemos a posição da Câmara, mas não concordamos com ela, porque achamos que se impõe repor a legalidade nesta área. Não podemos deixar que o domínio público seja ocupado por quem, por sua própria iniciativa, lhe apetece», argumentou. 

Paulo Lemos disse que a ponte não se faz «não é porque a administração não quer», mas porque «nesta fase já não é possível temporalmente concretizar a obra». «A ponte só se pode fazer com financiamento comunitário e o disponível neste momento, e estamos a falar do anterior Quadro Comunitário, obriga a que as obras estejam concluídas até dezembro de 2015. Não é possível lançar concurso, adjudicar obra, obter visto do Tribunal de Contas e fazer a obra até dezembro de 2015», sustentou. 

Questionado sobre a perda da oportunidade de obter financiamento comunitário por parte da Pólis, que termina em dezembro de 2015, Paulo Lemos respondeu que «no próximo Quadro Comunitário poderá ser equacionada a obra e quando abrirem as candidaturas a câmara poderá concorrer». «Pode não existir a Pólis, que de facto irá acabar em dezembro de 2015, mas a câmara poderá depois candidatar-se diretamente a essa obra». 

Sobre a necessidade de ser a Câmara de Faro, que está sobre-endividada, a entrar com a comparticipação nacional em vez da Pólis, Paulo Lemos respondeu que os programas do futuro Quadro Comunitário de Apoio (20014-2020) podem até ser mais vantajosos em termos de verbas a fundo perdido. 

«Depende muito, porque ainda não está definida qual será a comparticipação nacional. Agora, numa candidatura Pólis o financiamento seria de 70% a fundo perdido. No próximo Quadro de Apoio há algumas situações que são 85%», considerou, acrescentando que «até lá há tempo para pensar numa solução e a câmara resolver o seu problema de endividamento». 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Depois do Ciclo de conferencias "A Engenharia Costeira Portuguesa e a Defesa do Litoral", agora "Seminário Internacional da Gestão da Orla Costeira"

Terminou agora o ciclo de conferencias "A Engenharia Costeira Portuguesa e a Defesa do Litoral", organizado pela Ordem dos Engenheiros, onde houve uma análise de vários casos internacionais na proteção do litoral e o intuito de retirar conclusões para dar respostas ao atuais problemas do nosso litoral.

Neste ciclo houve a participação de Jorge Moreira da Silva, Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, houve também as perspetivas dos autarcas das zonas da Costa da Caparica e de Aveiro, duas áreas nacionais que sofreram muito nas últimas grandes tempestades, mas não tanto como Pedrinhas e Cedovém.

Agora no próximo dia 6 e 7 vai-se realizar o Seminário Internacional da Gestão da Orla Costeira, esperemos que, com o anterior ciclo de conferencias já se tenha tirado alguma conclusão, para que seja aplicada e reforçada mais rapidamente possível a proteção da orla costeira, no intuito de resolver o problema da costa litoral Sul da foz do Rio Cávado, Concelho de Esposende.