INTRODUÇÃO

Pedrinhas e Cedovém são dois Lugares à beira mar, situados entre Ofir e a Apúlia, no concelho de Esposende - PORTUGAL.

Localizam-se num lugar calmo em cima do areal, onde pode almoçar e jantar com uma gastronomia típica local e poder usufruir de uma paisagem natural marítima Atlântica a uma temperatura do Litoral do Sul da Europa .
Onde construções CELTAS desabrocham de fundações milenares, que resulta uma relação de interligação com a paisagem. Os caminhos e os percursos de acesso ainda se encontram em areia e criam uma composição que conjuga de forma perfeita entre a topografia e época das construções, o que dá um cunho único ao Lugar. Se estivermos acompanhados com alguém especial, imediatamente nos apaixonamos e nunca mais conseguimos cortar o "cordão umbilical" com este LUGAR cheio de magia e de uma beleza natural única.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Câmara de Esposende tenta acordo com Sargaceiros após suspensão do julgamento dos baldios

Associação dos Sargaceiros suspendeu processo por 30 dias e aguarda por acordo de "princípios fundamentais".


A Associação dos Sargaceiros de Apúlia, uma instituição do concelho de Esposende, suspendeu a ação que corre no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga e que a opõe à Câmara Municipal de Esposende, devido aos terrenos das Pedrinhas, lugar da Vila de Apúlia, onde a autarquia queria construir habitações socais. Segundo Sérgio Barbosa, presidente do conselho diretivo da Associação de Sargaceiros, o julgamento - marcado para ontem - foi adiado por 30 dias. "A postura dos responsáveis desta câmara mudou e estamos a tentar um acordo. Os responsáveis desta atual autarquia têm princípios fundamentais para a zona que vão de encontra aos nossos", diz Sérgio Barbosa, recordando que o processo corre nas barras dos tribunais há cerca de nove anos e que agora tudo aponta para um acordo.
Na altura a Câmara de Esposende projetou para o local um conjunto de habitações sociais, dando mesmo início às obras, mas que foram embargadas. Os sargaceiros negavam o facto da a câmara afirmar que os terrenos eram públicos. "Sempre foram baldios e de gestão dos gentes da Associação dos Sargaceiros de Apúlia", reclamavam, e continuam afirmar, os apulienses que por diversas vezes realizaram manifestações e bloqueios às obras.
"Foram mesmo retirados do local mais de 500 mil metros cúbicos de areia. Danos graves", lembrou Sérgio Barbosa. Os terrenos seculares, eram, entre outras funções, utilizados para a secagem do sargaço.
O processo levou mesmo a referida associação a pedir uma indemnização de 1,2 milhões de euros. Atualmente há vontade mútua de ali se criarem condições para a atividade económica local, mantendo o espaço enquadrado com a paisagem e preservando o ambiente, assim como de classificar e manter o património cultural e edificado ali existente.
A situação agrada aos sargaceiros. No entanto a Câmara Municipal de Esposende, e através da Polis Litoral Norte, adiantou que o processo das demolições no local não está encerrado. A edilidade de Esposende propõe mesmo desenvolver aquela zona, desde que seja a câmara a gerir o espaço.
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