INTRODUÇÃO

Pedrinhas e Cedovém são dois Lugares à beira mar, situados entre Ofir e a Apúlia, no concelho de Esposende - PORTUGAL.

Localizam-se num lugar calmo em cima do areal, onde pode almoçar e jantar com uma gastronomia típica local e poder usufruir de uma paisagem natural marítima Atlântica a uma temperatura do Litoral do Sul da Europa .
Onde construções CELTAS desabrocham de fundações milenares, que resulta uma relação de interligação com a paisagem. Os caminhos e os percursos de acesso ainda se encontram em areia e criam uma composição que conjuga de forma perfeita entre a topografia e época das construções, o que dá um cunho único ao Lugar. Se estivermos acompanhados com alguém especial, imediatamente nos apaixonamos e nunca mais conseguimos cortar o "cordão umbilical" com este LUGAR cheio de magia e de uma beleza natural única.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Prostituição masculina invade Pinhal de Ofir e preocupa moradores de Fão e proprietários do Litoral Norte

GNR está ao corrente da situação que já valeu queixa no Ministério Público.


Situadas em pleno Parque Natural do Litoral Norte, no concelho de Esposende, as dunas das praias da zona de Ofir, assim como o pinhal, têm vindo a ser local eleito para a prática de alegada prostituição masculina. A Rua António Aires, que faz a ligação entre a estância turística do Ofir, na Vila de Fão, e a Apúlia, regista um aumento deste "fenómeno" que tem gerado "clima de insegurança". Quem ali mora diz que "a situação não é de agora" e que tudo acontece "à luz do dia". "Chegam a ser às dezenas. Não têm respeito nenhum e a situação provoca algum mau estar", refere Joana Fonseca, que costuma passar na rua com amigos nas habituais caminhadas.
Mesmo quem opta pela praia acaba por dar com "os esquemas sexuais" que são feitos nas dunas. "É uma preocupação, principalmente quando vimos com crianças", acrescenta Joana Fonseca, frisando que "não se trata de uma questão de género", mas sim de "segurança no pinhal e nas dunas", destaca.
Há moradores e pessoas que escolhem o espaço para passear e que falam mesmo em "perseguição", "assédio" e na prática de comportamentos que num local público são "inadmissíveis". "Talvez a presença mais assídua da autoridade naquele local ajude a resolver a situação", diz Carlos Rio, que ali se passeia e que já criticou a situação numa rede social.
Há quem tenha assistido a escaramuças. "Quem ali vai sabe também que é observado e facilmente detetado, mas não querem saber. Julgo que deviam ir para um quarto praticar o que quisessem", refere Tiago Pereira, que deixou de passar por lá quando pratica BTT.
Também Cláudio Marques, morador numa das ruas de acesso ao local, admite um clima de "pouca dignidade". "Já ouvi gritos e que me pareceram agressões. Por vezes há assaltos também", exemplificou, acrescentando que a situação provoca o "afastamento das pessoas".
Já em 2002 e 2003 as queixas dos moradores eram notícia em alguns órgãos de comunicação social. Uma preocupação semelhante levou mesmo à intervenção da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Esposende. O caso foi mesmo levado ao Ministério Público pela própria GNR.
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