INTRODUÇÃO

Pedrinhas e Cedovém são dois Lugares à beira mar, situados entre Ofir e a Apúlia, no concelho de Esposende - PORTUGAL.

Localizam-se num lugar calmo em cima do areal, onde pode almoçar e jantar com uma gastronomia típica local e poder usufruir de uma paisagem natural marítima Atlântica a uma temperatura do Litoral do Sul da Europa .
Onde construções CELTAS desabrocham de fundações milenares, que resulta uma relação de interligação com a paisagem. Os caminhos e os percursos de acesso ainda se encontram em areia e criam uma composição que conjuga de forma perfeita entre a topografia e época das construções, o que dá um cunho único ao Lugar. Se estivermos acompanhados com alguém especial, imediatamente nos apaixonamos e nunca mais conseguimos cortar o "cordão umbilical" com este LUGAR cheio de magia e de uma beleza natural única.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Dia mundial do Ambiente marcado com visita à obra na Foz do Rio Âncora



Decorreu esta manhã, dia em que se comemora o Dia Mundial do Ambiente, uma visita à Foz do Rio Âncora, local onde está a decorrer a empreitada de Reforço e Proteção dos Sistemas Dunares e Renaturalização de áreas naturais degradadas - 2ª Fase. Esta visita fez parte do périplo que o Conselho de Administração da Polis Litoral Norte - Sociedade para a Requalificação e Valorização do Litoral Norte fez às obras em curso nos Municípios de Caminha, Viana do Castelo e Esposende. 

A Polis Litoral Norte está a investir no concelho de Caminha mais de um milhão de euros.
ecutada a empreitada de Reforço e Proteção dos Sistemas Dunares e Renaturalização de áreas naturais degradadas - 2ª Fase. Continuou em Viana do Castelo com uma visita ao núcleo de Pedra Alta, onde estão a decorrer as empreitadas de Reordenamento e Qualificação da Frente Marítima, de Reestruturação e Consolidação do Quebramar, de Reforço e Proteção dos Sistemas Dunares e Renaturalização de áreas naturais degradadas.

Terminou em Ofir, Esposende, onde a Polis Litoral Norte está a proceder às empreitadas de Manutenção e Reforço do Cordão Dunar da Restinga de Ofir e Reforço do Sistema Dunar e Proteção da Linha de Costa da Praia de Ofir - Fases 2 e 3.

Assim, em Vila Praia de Âncora, a visita contou com a presença do vice-presidente da Câmara de Caminha, Guilherme Lagido; dos presidentes de Câmara de Viana do Castelo, José Maria Costa e de Esposende, Benjamim Pereira; do presidente do Conselho de Administração da Polis Litoral Norte, Pimenta Machado; da Direção de Gestão de Projetos Norte da ParquExpo, Eurico Costa; presidente da Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora e técnicos da Polis Litoral Norte. O objetivo da deslocação foi verificar in loco a evolução das obras de Reforço e Proteção dos Sistemas Dunares e Renaturalização de Áreas Naturais Degradadas (2.ª fase) Foz do Rio Âncora.

Sobre a obra, Guilherme Lagido explicou: “trata-se de uma obra complexa em termos de engenharia e em termos ambientais e acrescentou: “penso que a intervenção irá sortir bom resultado”. Quanto ao andamento dos trabalhos, o vice-presidente realçou: “neste momento a obra circunscreve-se à reposição de areia e à eliminação das infestantes”.

Esta intervenção no valor de 402.848 € contempla medidas corretivas de erosão superficial e ações de reordenamento de áreas construídas em zonas de risco e consequente reposição das condições de ambiente natural, nomeadamente a consolidação e fixação de margens do rio Âncora, com recurso a técnicas de bioengenharia; a construção de um esporão deflector na margem esquerda do rio Âncora, em enrocamento e estacas com vegetação plantada; a reabertura do leito secundário do Rio Âncora; a movimentação de areias na praia para reforço do cordão dunar; e a colocação de uma cortina de paliçadas na área do anterior rompimento da Duna, por forma a favorecer a retenção de areias nessa zona.

Estão ainda previstas ações como a construção de passadiços sobrelevados de acesso à praia; a construção de um observatório da natureza, no remate do passadiço sobrelevado da Duna do Caldeirão; diversas limpezas de espécies exóticas infestantes arbóreas e herbáceas; a renaturalização do acesso rodoviário existente na parte terminal da Rua de Águas Férreas; e a colocação de painéis informativos dos valores naturais presentes.

Recorda-se que, na primeira fase, foram garantidas as condições imediatas de segurança na zona, através da restituição do curso do rio pelo desassoreamento da sua foz, da deposição dos volumes de areia resultantes daquela escavação no reforço do cordão dunar e da desmontagem de infraestruturas colapsadas, garantindo assim o usufruto daquele espaço durante a época balnear de 2014.

Para além do Reforço e Proteção dos Sistemas Dunares e Renaturalização de áreas naturais degradadas - 2ª Fase, no âmbito da Polis Litoral ainda estão em curso as empreitadas “Infraestruturas associadas à utilização da Praia da Gelfa” e “Recuperação, proteção de sistemas dunares degradados e renaturalização dos Rochedos de Santo Isidoro”.

A empreitada “Infraestruturas associadas à utilização da Praia da Gelfa” vai custar 312.573 € e engloba três ações: redefinição dos limites do equipamento desportivo; regulação do acesso viário e disponibilização de área de estacionamento de apoio quer ao equipamento desportivo quer aos utilizadores da praia.

A “Recuperação, proteção de sistemas dunares degradados e renaturalização dos Rochedos de Santo Isidoro” orçada em 421.077€ é uma “intervenção importante, de grande envergadura e de grande extensão. É uma obra de proteção costeira, que vai desde Moledo a Vila Praia de Âncora. Facilita o acesso e defende os valores naturais que ali estão em presença”, sublinhou Guilherme Lagido.

Esta empreitada contempla a criação de uma barreira física que permite a proteção dos ecossistemas costeiros existentes, bem como a recuperação das suas caraterísticas naturais através do corte de espécies exóticas infestantes e colocação de delimitadores de circulação motorizada. Contempla ainda um percurso pedonal e clicável e leitores de paisagem, em pontos de observação dos valores biofísicos e culturais, juntos aos rochedos emersos e à Capela de Santo Isidoro.

Estas intervenções estão orçadas em 1.136.498 € e são financiadas pela União Europeia através do Programa Operacional Temático de Valorização do Território em 85% e pelo Estado Português em 15%.

*** Nota da C.M. de Caminha ***

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