INTRODUÇÃO

Pedrinhas e Cedovém são dois Lugares à beira mar, situados entre Ofir e a Apúlia, no concelho de Esposende - PORTUGAL.

Localizam-se num lugar calmo em cima do areal, onde pode almoçar e jantar com uma gastronomia típica local e poder usufruir de uma paisagem natural marítima Atlântica a uma temperatura do Litoral do Sul da Europa .
Onde construções CELTAS desabrocham de fundações milenares, que resulta uma relação de interligação com a paisagem. Os caminhos e os percursos de acesso ainda se encontram em areia e criam uma composição que conjuga de forma perfeita entre a topografia e época das construções, o que dá um cunho único ao Lugar. Se estivermos acompanhados com alguém especial, imediatamente nos apaixonamos e nunca mais conseguimos cortar o "cordão umbilical" com este LUGAR cheio de magia e de uma beleza natural única.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Surfar uma onda em cima de uma moto é possível

O duplo de cinema Robbie Maddison voltou a dar nas vistas quando decidiu fazer surf em cima de uma motocross e com sucesso.


O motard australiano Robbie Maddison, 34 anos, volta a desafiar o impossível e conseguiu mais uma proeza em cima de duas rodas.

Depois de ter saltado da rampa de Ski olímpico em Salt Lake City, foi até ao Tahiti, colocou uma prancha por baixo das rodas de uma motocross, e aventurou-se nas ondas do mar.

O australiano foi duplo de cinema tendo participado em vários filmes da saga James Bond.
DC apresenta Robbie "Maddo" "Pipe Dream", de Maddison mostrando ao mundo uma oportunidade de testemunhar este história feita de como Maddo monta a sua bicicleta de todo o terreno sobre as ondas poderosas e icônicas do Tahiti. A partir de seu capacete de motocross botas, Maddo veste-se para FMX e mostra como ele toma a sua bicicleta de  todo o terreno numa área inexplorada de água salgada do Oceano Pacífico na Polinésia Francesa.

Por quase dois anos Robbie tem sido focado em fazer surfe na sua moto, hoje uma realidade possível . Os seus esforços foram recompensados no Taiti, onde este montou as ondas famosas do mundo em Teahupoo e Papara.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Quatro jovens salvos de afogamento em Esposende

Quatro jovens foram esta terça-feira resgatados do mar na praia do Farol, em Esposende, quando se encontravam em situação de pré-afogamento.


Os jovens foram salvos pelos bombeiros, que foram chamados ao local pelas 10:55 por veraneantes que se encontravam na praia (não vigiada, mas muito frequentada) e que alertaram para quatro pessoas em dificuldades no mar.

Os jovens, cujas idades não foi ainda possível apurar, foram retirados da água conscientes, tendo dois deles sido transportados para o Hospital de Viana do Castelo e os outros para o Hospital de Barcelos.

Blogue Pedrinhas & Cedovém com Lusa

Mar de hoje, consequência da "Lua Azul" de Sexta



Na sexta-feira, no último dia de julho, houve uma "lua azul", um fenómeno que ocorre de três em três anos e que só vai voltar a acontecer em janeiro de 2018.

Segundo o Observatório Naval dos Estados Unidos, chama-se "lua azul" à segunda lua cheia dentro de um mesmo mês do calendário, julho neste caso.
Cada ciclo lunar dura aproximadamente 28 dias e quando ocorre uma lua cheia no início do mês é provável que haja uma segunda no final.
É isso que ocorreu esta sexta-feira. No mês passado, a primeira lua cheia aconteceu no dia 02.
Apesar de ser denominada "lua azul", o planeta apareceu com as cores do costume - cinzentos, brancos e prateados.
Segundo peritos, a lua ficou azul em poucas ocasiões devido a poeira, cinza e fumo na atmosfera provocada por grandes erupções vulcânicas ou incêndios florestais.

A última "lua azul" ocorreu a 31 de agosto de 2012.


A "lua Azul", hoje é a grande causadora do mar revolto no principio do mês de agosto.

Se no mês de agosto o mar passa o enrocamento do quebramar, vamos ver como é que vai ser o mês de setembro e este inverno.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Os três avisos do mar


Um velho pescador fizera fortuna a retirar do mar todo o peixe e todo o marisco que ele tinha para lhe dar. Com o dinheiro ganho, construiu casas e comprou terras. Quanto mais ganhava, mais queria ganhar, quanto mais tinha, mais queria ter.
Num ano em que o peixe começou a escassear, o velho pescador ficou preocupado e tomou uma decisão: levou comida suficiente para vários dias e subiu a uma rocha junto do mar para pedir ao Grande Deus das Águas que voltasse a dar-lhe a abundância perdida. Só dali sairia quando a divindade das águas atendesse o seu pedido.
O velho pescador era um homem experiente e obstinado e sabia que o Grande Deus das Águas acabaria por atender os seus pedidos. Ele sempre fora devoto e dedicado, e quando se fazia ao mar, prometia à divindade oferendas várias, e cumpria o que prometia. 
 Dá-me uma faina farta – disse, erguendo as mãos para o céu, e eu acenderei velas e farei muitos sacrifícios em teu nome.
Enquanto o velho pescador se desfazia em promessas, o mar ia subindo e cercando o rochedo onde ele se encontrava. 
Primeiro passou por ele um pequeno barco de pesca e aquele que o conduzia gritou-lhe no meio do fragor das ondas: 
Tem cuidado, que a maré está a subir. Se não saíres agora, terás dificuldade em fazê-lo. 
O velho pescador não lhe deu ouvidos e continuou, de olhos postos no céu de chumbo, a fazer as suas promessas e as suas rezas.
Depois voou-lhe em círculos, rente à cabeça, uma gaivota, que lhe murmurou: 
O rochedo em que estás ficou cercado pelas águas. É melhor que partas enquanto é tempo. 
Mas também à gaivota o velho pescador não quis dar ouvidos, continuando a falar para o alto, para o Grande Deus das Águas, pedindo-lhe a abundância de peixe e a riqueza que ela traz consigo.
Por fim, saltou das águas um grande peixe-voador, com escamas prateadas, e disse-lhe: 
As águas do mar cercaram-te. Se não saíres agora, estás perdido. Ainda posso ajudar-te, se tu quiseres. Podes montar-te no meu dorso, e deixar-te-ei em terra, são e salvo. 
Mas também desta vez o velho pescador não deu ouvidos a quem, esforçando-se, tentava avisá-lo e pô-lo a salvo. 
Quando caiu a noite, o velho pescador, já cansado de tanta reza, tentou partir. Tinha os braços e as pernas entorpecidos pela humidade e os lábios ressequidos pelo sal. Olhou à volta e viu que estava condenado. O nível das águas subira muito, e ele não tinha forma de voltar à terra. Aí, levou as mãos à cabeça e dirigiu-se de novo ao Grande Deus das Águas, desta vez em tom de protesto:
Senhor, não só não atendeste os meus pedidos como me deixaste aqui cercado sem nada fazeres para eu ser salvo. 

Isso é falso – disse uma voz grave e sincopada lá no alto, no meio das nuvens de tempestade – , mandei um pescador, uma gaivota e um peixe-voador avisarem-te, mas 3 a nenhum quiseste dar ouvidos. E assim tem sido toda a tua vida. Só deste ouvidos ao tilintar das moedas que a abundância de peixe te punha nos cofres. Mas quem dá o peixe, também o tira.

O velho pescador cobriu o rosto com as mãos e ficou à espera, desolado, que o mar o levasse, e estava tão cansado que adormeceu. Quando acordou, descobriu, com surpresa e alívio, que afinal estava vivo. Levantou os braços para o céu, agradecendo ao Grande Deus das Águas e, desse dia em diante, passou a contentar-se com o peixe que o mar tinha para lhe dar. Diz-se mesmo que repartiu a sua frota de pesca pelos pescadores mais pobres e que nunca mais voltou àquele rochedo, nem mesmo para agradecer ao Grande Deus das Águas os anos que ainda lhe deu de vida. Sempre que um peixe-voador lhe vinha parar às redes, apressava-se a libertá-lo, murmurando:

 Não sei se foste tu que me avisaste do perigo que eu corria, mas se não foste tu, és pelo menos muito parecido

Esposende: Jornada gastronómica da Apúlia ajuda associações

Está a decorrer na Apúlia, em Esposende, até quarta-feira (dia 5) a 11.ª Jornada Gastronómica. 
O evento junta seis associações e tem como finalidade promover a gastronomia local e ajudar as colectividades do concelho de Esposende.


As receitas ajudam as associações presentes, e as associações, ao adquirirem os produtos aqui na zona, dinamizam a actividade local” disse Luís Peixoto, presidente da Junta da União de Freguesias de Fão e Apúlia, entidade que organiza o evento.

Este ano, a iniciativa decorre nos terrenos da Colónia de Férias da Apúlia, o que permitiu criar melhores condições para a realização da jornada gastronómica e aumentar no número de participantes. “Temos adesões de 30, 40 e 50 por cento superiores ao normal. As pessoas aceitaram e gostaram do novo espaço, que acabou por permitir que viesse mais gente”, acrescentou Luís Peixoto. Diariamente são esperadas no recinto cerca de mil pessoas.

Os pratos apresentados são à base de peixe fresco, lulas, o camarão, o arroz de marisco e pratos de carne

Além dos comes e bebes, o evento conta com animação musical, através da actuação de vários artistas (Aires, Nuno Casais, Hugo Castro, Tiago Cortez, Kajó e Ângela). Ontem à tarde actuou o Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia. O espaço abre a partir das 20 horas.