INTRODUÇÃO

Pedrinhas e Cedovém são dois Lugares à beira mar, situados entre Ofir e a Apúlia, no concelho de Esposende - PORTUGAL.

Localizam-se num lugar calmo em cima do areal, onde pode almoçar e jantar com uma gastronomia típica local e poder usufruir de uma paisagem natural marítima Atlântica a uma temperatura do Litoral do Sul da Europa .
Onde construções CELTAS desabrocham de fundações milenares, que resulta uma relação de interligação com a paisagem. Os caminhos e os percursos de acesso ainda se encontram em areia e criam uma composição que conjuga de forma perfeita entre a topografia e época das construções, o que dá um cunho único ao Lugar. Se estivermos acompanhados com alguém especial, imediatamente nos apaixonamos e nunca mais conseguimos cortar o "cordão umbilical" com este LUGAR cheio de magia e de uma beleza natural única.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Polis Litoral Norte investe 18 Milhões de Euros nos 60 km da costa minhota



A Sociedade Polis Litoral Norte tem calendarizado para o corrente ano 18 milhões de euros de investimento em 25 intervenções de proteção e reabilitação da orla costeira de Caminha, Viana do Castelo e Esposende. O plano foi anunciado ontem pelo presidente daquela sociedade, Pimenta Machado, em Viana do Castelo, no âmbito da visita que o ministro do Ambiente realizou a obras na linha de costa daqueles três concelhos.

 

Desde a sua criação, em 2008, a Polis Litoral Norte, atualmente em fase de liquidação, realizou investimentos na ordem dos 24,6 milhões de euros em 47 ações, pelo que encerrará com um total de 42,6 milhões de euros e 72 empreitadas de reabilitação e defesa costeira.

Do conjunto de empreitadas que visam o reforço do sistema naturais e artificiais de defesa da costa, bem como a renaturalização e requalificação de troços de costa, 2,15 milhões de euros estão a ser investidos na construção de um novo muro de defesa costeira na Praia Norte de Viana do Castelo, obra visitada pelo ministro do Ambiente, com conclusão prevista para Julho deste ano.

O concelho de Viana do Castelo é o que concentra maior volume de investimento da Sociedade Polis Litoral Norte, exactamente 10 milhões de euros em onze empreitadas.
Esposende beneficia de nove empreitadas orçadas em 5,8 milhões de investimento, estando previstas para Caminha seis intervenções, estimadas em 2,5 milhões de euros.
O investimento realizado pela Polis Litoral nos últimos oito anos foi financiado por fundos do Programa Operacional Temático Valorização do Território (POVT) em 15,3 milhões de euros, e do ON 2-Programa Operacional Regional do Norte com 9,3 milhões de euros.


Àqueles que acusam este Governo de revanchismo, não vou devolver a palavra porque é demasiado feia, mas direi que, foi de facto, por uma desconfiança absurda e, absolutamente, injustificada que projetos como o Polis a dada altura pararam e pararam mesmo”, declarou o ministro do Ambiente na sessão de divulgação do Programa de Ação da Sociedade Polis Litoral Norte.

Entre as 11 obras a realizar este ano em Viana do Castelo encontram-se as de protecção e reabilitação do sistema costeiro na praia da Ínsua, da Arda/Bico, Amorosa, Pedra Alta, Praia Norte, já em curso e com conclusão prevista para junho, a criação de um corredor ecológico em Carreço e Afife e de um troço da futura ecovia do Litoral Norte.

Em Caminha está em curso o projeto de proteção e reforço do cordão dunar entre Camarido e Moledo, estando ainda previstas a proteção e reabilitação do sistema costeiro entre a foz do rio Âncora e o Forte do Cão, infraestruturas para valorização e visitação de áreas classificadas naquele concelho que implica a construção de dois troços da futura Ecovia do Litoral Norte.

Em Esposende as nove intervenções previstas contemplam a alimentação artificial das praias adjacentes à foz do Cávado, reabilitação do molhe norte da embocadura do Rio Cávado e proteção do sistema costeiro da Praia da Bonança.

Caminha garante quatro milhões para investimento na orla costeira

Acabou o tempo do ‘powerpoint’ e dos bonequinhos. Agora é o tempo das obras, das obras no terreno”, afirmou ontem o presidente da Câmara Municipal de Caminha, Miguel Alves, na cerimónia de arranque da empreitada do troço da Ecovia do Litoral Norte entre a capela de S. Isidoro, em Moledo, e Vila Praia de Âncora, investimento de 282 mil euros que junta mais alguns centenas de metros à via pedonal e ciclável projetada para a zona costeira dos concelhos de Caminha, Viana do Castelo e Esposende.

Na presença do ministro do Ambiente, o edil de Caminha destacou “uma iniciativa muito simbólica, mas que representa algo de muito forte para a nossa comunidade”, porque assinala “uma nova fase do concelho de Caminha, uma fase que se iniciou em 2013 e que deixou para trás um momento de inoperância no âmbito da Polis Litoral Norte”.

Numa crítica aos executivos autárquicos do PSD que o antecederam, o autarca socialista lamentou que “de 2008 a 2013 não se fez um único investimento no âmbito da Polis Litoral Norte, não se fez uma única obra no concelho de Caminha”, adiantando que “desde 2013 até agora foram já feitas cinco obras e investidos 1,1 milhões de euros”, sendo que “até final de 2017 prevemos ter mais cinco obras concluídas e investidos 2,5 milhões de euros”.

Passámos de um tempo em que tínhamos zeros obras, zero cêntimos investidos no concelho e Caminha, para termos dez obras e quatro milhões de euros investidos”, insistiu Miguel Alves, antes de um passeio de bicicleta pela Ecovia entre Moledo e a Capela de S. Isidoro que assinalou o início da empreitada ‘Infraestruturas para valorização e visitação de áreas classificadas no concelho de Caminha’, no realizada pela Sociedade Polis Litoral Norte, financiada em 85% pelo Programa Operacional Regional do Norte.


Analisando o trabalho conjunto que se tem verificado entre os três municípios associados na Polis Litoral Norte e o Governo, Miguel Alves elogiou que “as boas energias de municípios que se juntaram para poder fazer obra no seu litoral, a boa energia da Polis Litoral Norte que nos deu meios para fazer os projectos e concretizar as obras e as boas energias do Governo”.

O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes destacou também a parceira entre as três autarquias, entendendo que, face à contiguidade geográfica é uma tolice quando estes projectos não são conjuntos.”

Segundo o governante, “não faz sentido fazer ciclovias administrativas.” 

Com a empreitada que ontem arrancou no concelho de Caminha, fica concluída cerca de 60% desta ecovia com mais de 70 km de extensão

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