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Um PONTO de encontro. Informação de 2 LUGARES VIVOS onde falamos da nossa história, do presente e futuro. Dois espaços ímpares em termos de Património Natural, Histórico, Arquitectónico, Sócio-cultural, Económico, Humano e com uma cultura com mais de III milénios de anos, que se encontram ameaçados e em VIAS de EXTINÇÃO
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2014/04/22
Branqueta - Traje dos Sargaceiros das Pedrinhas e Cedovém - APÚLIA - ESPOSENDE - PORTUGAL
2014/04/21
2014/04/05
A Cultura é o que melhor une os povos
"É de Cultura como instrumento para a felicidade, como arma para o civismo, como via para o entendimento dos povos que vos quero falar"
EUROPA NOSTRA
SAVE
LUGAR DAS PEDRINHAS
&
CEDOVÊM
Ajudem-nos a salvar dois Lugares com um riquíssimo Património material e imaterial e que estão em vias de se perder com a conivência das Entidades Portuguesas Responsáveis. É uma História que envolve o cruzamento de vários Povos. Junta a Dinamarca, o povo da Normandia, o povo de Portugal e o da Itália. Conta-nos a passagem dos Normanos (irmãos do Norte) pelo Lugar das Pedrinhas (Couto da Apuglia ) em direcão do Condado da Apúlia em Itália, Conta-nos também a passagem das Legiões Romanas pelo Lugar das Pedrinhas que em memória da sua terra Natal deram o nome Apúlia.
2014/04/02
PORTUGAL É MAR
O que o Mar tem conquistado de Território
A quantidade de território que o mar tem conquistado com as politicas dos Planos de Ordenamento da Orla Costeira (POOC), que consagram proibições, desvalorizações de recursos naturais, abandonos de ecossistemas, interdição de sedimentação e o aumento do desgaste dos cordões dunares, designadamente os recursos hídricos, e cuja sua principal finalidade foi congelar e interditar qualquer intervenção de desenvolvimento local para o cidadão comum.
Hoje, prevalece um cenário de uma costa totalmente desprotegida, um litoral com uma enorme vulnerabilidade e uma presença de uma pobre atividade pesqueira e desertificada de valor humano.
A sequência de politicas desde 1998 de planos de monitorização e condicionamento de áreas da orla costeira, que foram elaboradas ignorando as pessoas e os seus conselhos, hoje ninguém questiona que há muito a mudar.
Agora as entidades responsáveis minam os órgãos de comunicação social, que avançam com a seguinte pergunta:
Deverá ser somente o Estado a suportar as despesa de defesa da orla costeira?
2014/04/01
Livro de Alice Vieira, 1997. "Praias de Portugal" pg 39
PEDRINHAS, ESPOSENDE, PORTUGAL, EUROPA
Strass-Steine, Esposende, Portugal, Europa
Rhinestones, Esposende, PORTUGAL, EUROPE
Strass, Esposende, Portugal, Europe
水鑽,埃斯波森德,葡萄牙,歐洲
Стразы, Эшпозенде, Португалия, Европа
«Pedrinhas, com as suas casas de construção circular, já centenárias mas algumas bem recuperadas, em tempos lugar de recolha de instrumentos de pesca e hoje moradia de habitação, com as pedras do lugar incrustadas na parede exterior, às vezes uma ou outra embarcação encostada à porta.
Strass-Steine, Esposende, Portugal, Europa
Rhinestones, Esposende, PORTUGAL, EUROPE
Strass, Esposende, Portugal, Europe
水鑽,埃斯波森德,葡萄牙,歐洲
Стразы, Эшпозенде, Португалия, Европа
«Pedrinhas, com as suas casas de construção circular, já centenárias mas algumas bem recuperadas, em tempos lugar de recolha de instrumentos de pesca e hoje moradia de habitação, com as pedras do lugar incrustadas na parede exterior, às vezes uma ou outra embarcação encostada à porta.
Toda a zona de Esposende se integra numa área de paisagem protegida. Mas o mar não sabe destas coisas e, quando o homem não cuida como deve do que tem à sua guarda, ele avança sem remédio. Os temporais dos últimos Invernos deixaram marcas profundas: as ondas chegaram a atingir as casa de algumas praias, deitaram abaixo barracas onde os pescadores guardavam os utensílios da pesca, houve dunas completamente destruídas, deixando caminho livre ao avanço da água salgada que, em 1996, destruiu todas sementeiras. O areal está hoje bem mais reduzido.
Mas quem vai em busca do sol e da maresia de Verão, pouco se importa com estas coisas. Dirá, talvez "a praia parece-me este ano mais estreita", ou então "não me recordo destas rochas aqui a descoberto" -e nada mais. O verão não é tempo de se pensar em desgraças, bem basta quando Setembro chegar e o regresso ao trabalho for inevitável.»



