Requalificações, recuos, remoções, demolições têm gerado criticas das populações, pelos Projetos da Polis Litoral
Ana Peixoto Fernandes do JN, afirma "Polis Litoral Norte já deveria ter terminado e a taxa de execução é agora de 66%."
CEDOVÉM/PEDRINHAS
"sem financiamento está neste momento, o projeto financeiramente mais avultado do programa, que tem a ver com a requalificação da zona de Cedovém/Pedrinhas, em Esposende, e que poderá implicar a demolição de cerca 200 construções. Inicialmente orçada em 11,6 milhões de euros, a intervenção está a ser repensada, para a situar em valores mais compatíveis com a atual realidade financeira do país"
JN afirma: «Repensada» está a obra «mais onerosa e ambiciosa» do programa no núcleo (aldeias) das Pedrinhas/Cedovém (Esposende).""É o ultimo projeto. Era a obra que tinha maior dotação do Plano Estratégico. Estamos a reavaliar e a fazer um reajustamento, com um valor muito inferior. Em breve apresentaremos publicamente" refere o presidente da sociedade, concluindo "Estamos no terreno a intervir. Até ao verão, vai ser sempre a fazer obras. É o teste à nossa capacidade".
Pimenta Machado, presidente da sociedade Polis, pelo JN afirma "A nossa missão é renovar e tornar mais resiliente o Litoral Norte"
O capital social da sociedade divide-se entre o Estado de Portugal (53%), a Câmara da cidade de Viana do Castelo (20,8%), Esposende (15%) e Caminha (11,2%).


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