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2019/01/03

2018 - ANO DE RECORDE DE MORTES EM PORTUGAL

Este ano termina a passos largos no registo de um recorde de mortes em Portugal. Já em agosto, morreram cerca de 71 mil pessoas no país, mais três mil do que em igual período de 2017 e 2016, os dois anos em que se atingiu os máximos de mortalidade.
2018

Portugal perderá população até 2080, passando dos atuais 10,3 milhões para 7,7 milhões de residentes, ficando abaixo dos dez milhões já em 2033, de acordo com as estimativas divulgadas em junho pelo Instituto Nacional de Estatística. O número de jovens diminuirá de 1,4 milhões para 900 mil. Já o número de idosos irá aumentar de 2,2 milhões para mais de 2,8 milhões.


O Estado Português e seus governantes não defendem a população e o número de óbitos têm vindo a aumentar ano após ano.

Hoje cada vez mais a população é menor, embora haja a tática politica de facilitar o registo de nacionalidade Portuguesa no intuito de manter o número populacional, mas a verdade é que os governantes cada vez menos defendem a população e o seu território. Somente gerem para a atribuição de rentabilidade de impostos. 

Em 2018 o Estado Português apresentou uma proposta de um Plano de Orla Costeira (POC), onde não existe defesa nem a contabilização de programas de salvaguarda para a costa Portuguesa (não está contemplado situações de maremotos, tsunamis, ciclones, tempestades, inundações), para os próximos 10 anos da orla costeira. Nas duas aldeias Pedrinhas e Cedovém o Estado Português  ainda agrava a perigosidade e projeta um recuo e uma retirada habitacional com a proposta de demolições de construções, pondo em causa a destruição territorial e social, na zona  sul de Esposende, aumentando potencialmente o alagamento de  uma grande área territorial de Fão e Apúlia, colocando em risco a perda definitiva de prédios, bens, pessoas e animais. 

O POC não abrange a história, a topografia, a orografia, nem salvaguarda o futuro. 

O ESTADO PORTUGUÊS ALEM DE NÃO SE PRECAVER EM CONDIÇÕES FUTURAS, NÃO CONTABILIZA A PROTECAO TERRITÓRIAL, EM CASO DE CALAMIDADE E DESASTRE FUTURA. 
NO CASO DE PEDRINHAS E CEDOVÉM AINDA PROPÕE A SUA ANIQUILAÇÃO E DESTRUIÇÃO .



No caso da queda da estrada de Borba, o Estado Português teve responsabilidade, no acidente?

Resposta do Ministro do Ambiente, Matos Fernandes?

"Estado não assume qualquer responsabilidade pelo acidente de Borba, mas sim a responsabilidade pela indemnização das famílias das vitimas"

Ó Sr. Ministro e no caso de Pedrinhas, Cedovém, Ofir-Fão e Sul de Ofir, afirmando que os objetivos do Programa da Orla Costeira serem inegociáveis, o Estado está consciente da sua responsabilidade num futuro acidente? 

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