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2019/07/06

Todos opinam & ninguém sabe ... PRÉDIO COUTINHO


O prédio do Coutinho, que durante todos estes anos o Estado Português (a Polis) insistiu em demolir e continua por questões subjectivas e birras meramente politicas, entrou numa face de questão de mera execução. Só interessa o fim, não querem balançar o prós-e-contras. O peso de certas entidades oficiais, que opinam sobre assuntos que não lhes dizem respeito e obrigam os cidadãos a acatar as suas decisões, a pagar devaneios irresponsáveis, com uma ausência lógica ou um estudo sério (por especialistas reconhecidos), reunidos de pareceres dos interessados e opiniões dos técnicos especializados das áreas abordas.

Estamos hoje num Portugal, Estado Membro da Comunidade Europeia, onde um grupo de  indivíduos, ligados a partidos, parte, reparte, tira e põe, sem que haja alguém que os pare e diga: "É nisto que estão a gastar o dinheiro dos nossos impostos? É nisto que nós nos temos endividado e pedem austeridade nas contas, é em casos destes que reside o desperdício das contas publicas". Sim, esta situação do prédio do Coutinho é uma decisão politica, A VianaPolis que recebeu as frações do prédio do Coutinho da Polis Litoral Norte, o que deveria é recuperar as frações do prédio e rentabiliza-las.

O que é que o Ministério do Ambiente tem haver com o Prédio do Coutinho? Isto não é um assunto que diz respeito ao ministério do Planeamento? Este assunto não diz respeito ao Ministério das Infraestruturas e da Habitação?

A Ordem dos Arquitectos foi ouvida?

A Ordem os Engenheiros foi ouvida?

A Associação dos Urbanistas foi ouvida?

Curiosamente é o Ministro João Pedro Matos Fernandes que é o ministro do ambiente e da transição energética é que "mete a foice na ceara alheia" e remete dois ministros, Nelson de Souza e Pedro Nunes Santos para a nulidade.

TÉCNICO DE CONSTRUÇÃO


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