Um PONTO de encontro. Informação de 2 LUGARES VIVOS onde falamos da nossa história, do presente e futuro. Dois espaços ímpares em termos de Património Natural, Histórico, Arquitectónico, Sócio-cultural, Económico, Humano e com uma cultura com mais de III milénios de anos, que se encontram ameaçados e em VIAS de EXTINÇÃO
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2026/08/13
Sargaceira da Apúlia, na praia das casas dos Sargaceiros - Lugar das Pedrinhas
2026/07/15
Sunset na praia em Apúlia para uma experiência que vai fazer ‘abanar’ o verão
“Puglia Experience” transforma Praia da Apúlia em palco de eletrónica (Patrocinado)
O evento “Puglia Experience” vai transformar a Praia da Apúlia, em Esposende, num ponto de encontro da música eletrónica, com os moinhos de vento e o pôr do sol como pano de fundo.
A Praia da Apúlia, em Esposende, acolhe no próximo sábado, 18 de Julho, o evento “Puglia Experience”, uma iniciativa que combina um cenário natural com um alinhamento de produtores e DJs de referência nacional e internacional.
As portas abrem às 17:00h para que o público possa assistir ao pôr do sol da Apúlia, enquadrado pelos tradicionais moinhos de vento. Segundo a organização, o espaço está “praticamente lotado”, antecipando-se uma grande afluência.
Cartaz de luxo com DJs e produtores
Animação garantida até às 01:00h
Ingressos disponíveis no local
Orca avistada ao largo de Esposende. "Encontro raro, breve e marcante"
Uma orca foi avistada recentemente ao largo de Esposende, no distrito de Braga, e houve quem conseguisse captar o momento. Nas redes sociais, o Parque Natural Litoral Norte realçou que este foi um "encontro raro, breve e marcante".
O registo, feito por Jorge Araújo da Silva, foi, posteriormente, divulgado pelo Parque Natural do Litoral Norte nas redes sociais
Na imagem, é possível ver a barbatana e dorso de um exemplar Orcinus orca, um dos maiores predadores marinhos do planeta.
"Nem sempre é preciso viajar para mares distantes para encontrar um dos maiores predadores do planeta. As orcas, Orcinus orca, também percorrem a costa portuguesa e podem surgir no Litoral Norte durante as suas deslocações pelo Atlântico", realçou o Parque Natural do Litoral Norte.
Na mesma publicação, responsáveis por gerir as redes sociais do Parque Natural do Litoral Norte, lembraram que estes animais são "altamente sociais, inteligentes e organizados em grupos familiares, as orcas comunicam, cooperam e transmitem comportamentos entre gerações"
"Na Península Ibérica, acompanham frequentemente as migrações do atum-rabilho, uma das suas principais presas, deslocando-se entre o Estreito de Gibraltar, a costa portuguesa e a Galiza", explicaram ainda.
Desde 2020, "alguns indivíduos têm protagonizado interações repetidas com embarcações, sobretudo veleiros. A causa exata deste comportamento ainda não é conhecida e não deve ser confundida com ataques destinados a atacar pessoas. Trata-se de um fenómeno protagonizado inicialmente por um pequeno grupo de juvenis e depois reproduzido por outros animais", esclareceram.
Assim, "avistar uma orca ao largo do Litoral Norte é recordar que este território não termina na linha da praia". "Continua pelo oceano, através de corredores ecológicos percorridos por animais que ligam diferentes regiões do Atlântico", notaram, evidenciando que este tipo de encontros é "raro, breve e marcante" e que as orcas são dos animais mais "impressionantes da vida selvagem marinha".
Paísaominuto
2026/02/11
Câmara de Caminha avança com intervenção urgente no paredão norte de Moledo
A Câmara Municipal de Caminha realizou uma ação conjunta com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para avaliar, no local, o estado da zona norte do paredão de Moledo, com o objetivo de aferir as condições de segurança e o risco de derrocada existente.
A visita técnica contou com a presença da presidente da Câmara, Liliana Silva, e de técnicos da APA. Da análise efetuada no terreno, foi identificada uma situação considerada grave, levando o município a assumir, de forma imediata e com caráter de urgência, a responsabilidade pela execução de uma empreitada de estabilização da estrutura, com vista à mitigação dos riscos e à salvaguarda da segurança no local.
No decurso da reunião, ficou ainda definido que a Agência Portuguesa do Ambiente irá estudar, numa fase posterior, uma intervenção de reconstrução da área afetada, com o objetivo de garantir uma solução estrutural adequada e duradoura.
A Câmara Municipal de Caminha informou que continuará a acompanhar de perto todo o processo, em articulação com as entidades competentes, comprometendo-se a manter a população informada sobre a evolução da intervenção.
2026/02/09
Matosinhos transformada numa praia Rochosa? O que se passa com a areia da praia e que papel pode ter o quebra-mar de Leixões
O que pode explicar rocha exposta numa praia como Matosinhos?
Sem dramatizar, há quatro hipóteses (que podem coexistir):
Efeito de inverno/temporais: a areia “sai” do perfil de praia e acumula-se em bancos submersos, regressando com condições mais calmas.
Alteração persistente do balanço sedimentar: entra menos areia do que a que sai, e o areal perde volume ao longo do tempo.
Mudanças na agitação e na direção do swell local: pequenas alterações podem reconfigurar zonas de deposição/erosão.
Obras costeiras e intervenções portuárias: quebra-mares, dragagens e alterações de fundos podem influenciar correntes e circulação local — mas o impacto tem de ser quantificado.
O que falta para transformar “debate” em “facto”
Para perceber se a imagem representa um fenómeno pontual ou um problema em escalada, o caminho é claro:
Comparar séries (fotos e vídeos com datas e marés equivalentes, ao longo de meses e anos);
Verificar se existem relatórios públicos de monitorização (perfis de praia/batimetria, evolução do areal);
Pedir esclarecimentos sobre medidas de mitigação (por exemplo, gestão de sedimentos, deposição controlada de areia, planos de acompanhamento).
Matosinhos é uma praia urbana, muito frequentada por surfistas e banhistas. Qualquer mudança relevante no areal tem impacto direto na segurança, no uso balnear e até no comportamento das ondas. Por isso, mais do que “culpas” em modo imediato, o que a comunidade precisa é de informação sólida, regular e acessível.
Mar escava areia debaixo do paredão de Moledo e passeio colapsa
Uma parte da marginal da praia de Moledo está interdita, devido ao colapso do passeio junto ao extremo norte. A forte ondulação que se tem feito sentir ao longo das últimas semanas e que tem atingido constantemente o paredão, escavou a areia e deixou a parte subterrânea da construção oca. A autoridade marítima interditou o estacionamento e a circulação de pessoas na área, temendo que curiosos se coloquem em risco.
"A zona está isolada e completamente interdita, não estando autorizado o estacionamento. A parte afetada são cerca de 40m2, mas depois foi interditado grande parte do estacionamento ao longo do paredão", afirma o capitão do Porto e comandante-local da Polícia Marítima de Caminha, Fernando Vieira Pereira, explicando que a forte ondulação "foi comendo areia e retirou o suporte dos alicerces".
"Por baixo do paredão ficou sem areia e o passeio está a colapsar. E a própria zona de proteção também está em risco. O mar tem batido no paredão desde que estamos sob influência de depressões", acrescentou.
Segundo o comandante Vieira Pereira, também os geocilindros têxteis de contenção do mar, que chegaram depois do verão a ficar cobertos pelo areal, voltaram agora a ficar a descoberto.
A zona de Moledo constitui neste momento "a principal preocupação em termos da Autoridade Marítima", salienta, sendo que na sua área de jurisdição "não se regista, por agora, mais nada de significativo". Indicou que, inclusive, os caudais dos rios Coura e Minho "já baixaram", desagravando as inundações das margens em Monção e Vila Nova de Cerveira. "Ainda há zonas inundadas, mas, neste momento, Moledo é o principal motivo de preocupação", declarou, frisando que, ali, "o maior risco é a curiosidade humana. As pessoas aproximarem-se para ir ver e colocarem-se em risco".
A Junta de Freguesia de Moledo publicou nas redes sociais um alerta à população, informando que "o paredão de Moledo aluiu". E que "a zona está toda interdita pela Proteção Civil e Polícia Marítima", pelo que apela "a toda a população que não se aproxime do local e que cumpra com a sinalização de segurança colocada em toda a área adjacente".
2026/02/01
A EROSÃO DA COSTA LITORAL DEVE-SE AOS ESPORÕES E ÀS BARRAGENS
Hoje começa-se a reconhecer que o avanço do mar deve-se às grandes obras de engenharia, feitas pelo Estado Português.
Os esporões na costa litoral e as barragens nos rios.
2026/01/24
Ministro chama "mentirosos, cobardes e radicais" a dirigentes do ICNF
José Manuel Fernandes, ministro da Agricultura e Pescas, apelidou elementos da hierarquia do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) de "mentirosos, cobardes e radicais".
2026/01/19
História deste Lugar privado que querem torná-lo Público, à força!
Domínio Público Hídrico iniciou-se em ...
1864
Publicado Decreto Real que torna públicas as águas do mar e respetivos leitos e margens, sendo criados os conceitos de “domínio público”, “domínio público marítimo” e “margem das águas do mar”.
Em 31 de dezembro de 1864 surgiu um Decreto Real cujo principal propósito consistia em salvaguardar os bens de interesse público da venda arbitrária a que tinham vindo a ser sujeitos por decisão sustentada pelo poder absoluto do rei, por vezes, não coincidente com o interesse do próprio Estado. Concomitantemente, o Decreto veio tornar públicas (do Estado) as águas do mar e respetivos leitos e margens, devido ao seu reconhecido interesse público para o país, na perspetiva da relevância estratégica da costa, quer no âmbito da defesa nacional, quer no âmbito económico da proteção da atividade pesqueira (destacando-se a atividade pesqueira do atum), e na perspetiva da relevância estratégica das águas interiores navegáveis, como vias de comunicação de transporte de pessoas e bens.
A figura de “domínio público” teve, assim, origem na redação do Decreto Real que, em 1864, criou o conceito de “domínio público marítimo”, instituindo, igualmente, o conceito de “margem das águas do mar”, que corresponderia a uma faixa com condicionantes especiais, de proteção de acessos. A “dominialização” de outros bens foi, também, expressamente assumida por este diploma que estabeleceu como do domínio público, “imprescritível, para além das estradas e das ruas, os portos de mar e praias, os rios navegáveis e flutuáveis com as suas margens, os canais e valas, portos artificiais e docas existentes ou que de futuro se construam”. Aquele diploma teve em atenção os direitos dos particulares, visto ressalvar que as disposições legais se aplicavam às parcelas das margens das águas do mar integradas no domínio público mas sem prejuízo das identificadas como parcelas privadas da margem. Estas não estariam, portanto, integradas no domínio público, sendo as ações de reconhecimento dessa natureza jurídica da responsabilidade das entidades competentes.
O quadro normativo atinente aos recursos hídricos foi formalizado pelo Decreto Régio e replicado nos sucessivos diplomas posteriormente publicados, embora procurando atualizar tais disposições legais no sentido de as adequar às novas utilizações em domínio público hídrico.
apa - Agencia Portuguesa do ambiente
HOJE, SE A ESTE LUGAR NÃO TIVESSE SIDO PASSADO A ESCRITURA DE AFORAMENTO E REMISSÃO, SERIA INQUESTINONÁVELMENTE PROPRIEDADE DA FUNDAÇÃO DA CASA DE BRAGANÇA
O TERRENO DO FORAMENTO É PROPRIEDADE PRIVADA DE UTLIZAÇÃO PUBLICA





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