Mais de meio milhar de participantes marcou presença no jantar de autarcas,
militantes e simpatizantes do PSD Esposende, que serviu para comemorar os dois
anos de mandato autárquico e que reuniu os eleitos do concelho. As comemorações
contaram, ainda, com a presença do eurodeputado e presidente da Comissão
Distrital José Manuel Fernandes, dos deputados Joel Sá e Laura Magalhães, do
presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira e do ex-presidente
da autarquia Alberto Figueiredo.
Luís Montenegro, líder do Grupo
Parlamentar do PSD na Assembleia da República, que também marcou presença,
referiu que estavam ali para comemorar duas “grandes vitórias”: as autárquicas e
as legislativas de 4 de Outubro. Quanto às autárquicas foi importante o PSD
“renovar a confiança, servir a comunidade e trabalhar com seriedade em espírito
de solidariedade social e acreditar nas pessoas”.
Mas a noite estava
reservada para o líder parlamentar do PSD falar do momento político nacional
referindo que Portugal vive um “momento invulgar, insólito, único”, acusando o
líder socialista António Costa “que não tem vergonha de querer governar,
perdendo as eleições, o que é extraordinário”. “Costa fez jogo para se manter
como líder do PS”.
O eurodeputado e presidente da Distrital do PSD, José
Manuel Fernandes, elogiou o trabalho “de proximidade” de Benjamim Pereira pelo
“exemplo que dá a todos” e agradeceu aos presidentes e eleitos pelo “trabalho e solidariedade constantes” que permitiu ganhar as eleições em todas as
freguesias do concelho de Esposende. E crítico com a política anunciada pelo
actual governo aconselhou os presentes fazerem uma conta poupança para a
troika da esquerda radical.
O presidente da Câmara de Esposende, Benjamim
Pereira, agradeceu a presença dos quinhentos e cinquenta eleitos para celebrar
“uma das maiores vitórias no concelho face às circunstâncias que o país vivia”,
a qual se deveu “à proximidade” entre eleitos e eleitores. Mencionou as três
áreas de intervenção da autarquia, a saber, uma política económica e social
“activa”, um investimento diversificado e um equilíbrio e sustentabilidade
financeira do Município. E deixou um recado aos opositores: “é possível investir
sem destruir as contas do Município”.
Denunciou, ainda, que há municípios
“que se financiam ilegalmente, pois estão a cobrar a água aos munícipes e não a
estão a pagar ao fornecedor”. E rematou: “tenho o coração cheio e confiante
quanto ao futuro”.
Maranhão Peixoto, líder da comissão política local
falou da importância do evento enquanto “reforço da união da família social
democrata”, sem objetivos “obscuros ou dúbios” e com a missão de servir “a todos
sem distinção”.
Criticou o “assalto e golpe palaciano e o arranjo de
conveniência ”que os socialistas fizeram pois o exercício do poder “não pode ser
feito a qualquer preço”.
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