FAPAS alertam a situação escandalosa como o Ministro e o Governo Português vão gastar as verbas destinadas para o Plano de Orla Costeira compreendida entre Caminha - Espinho.
Este governo com o parecer favorável condicionado de sete autarquias e várias instituições públicas e (só) desfavorável das câmaras do Porto e de Espinho, vai gastar na qualificação do Porto de Leixões, mais de 50% da verba atribuída.
Este Plano que durante a sua apresentação pública o representante da APA constantemente afirmou que os ESPORÕES eram obras dos passado, este novo Plano reserva 37% da verba para construir e/ou reforçar ESPORÕES (tipo de engenharia que já demonstrou os seus elevados danos causados no passado na costa portuguesa)
Este Governo Português com o parecer favorável condicionado de sete autarquias e várias instituições públicas e (só) desfavorável das câmaras do Porto e de Espinho, vai só gastar 2% da verba atribuída na monitorização e avaliação da Orla Costeira Portuguesa.
O FAPAS denuncia assim que a correção dos erros cometidos na faixa costeira ao longo de décadas, o estado de degradação desta zona, nomeadamente com o acentuado recuo da linha de costa, e o peso que representa o investimento na monitorização e estudo da linha de costa, mostram que o Plano da Orla Costeira Caminha-Espinho fica muito aquém do que seria expectável.
A erosão costeira é um problema de tão grande importância que entendemos ser importante a revisão urgente deste Plano!
Este Plano de Orla Costeira - Caminha - Espinho vai ter a durabilidade de 10 anos.

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