INTRODUÇÃO

Pedrinhas e Cedovém são dois Lugares à beira mar, situados entre Ofir e a Apúlia, no concelho de Esposende - PORTUGAL.
Localizam-se num lugar calmo em cima do areal, onde pode almoçar e jantar com uma gastronomia típica local e poder usufruir de uma paisagem natural marítima Atlântica a uma temperatura do Litoral do Sul da Europa. Os caminhos e os percursos de acesso ainda se encontram em areia e criam uma composição que conjuga de forma perfeita entre a topografia e época das construções, o que dá um cunho único ao Lugar. Se estivermos acompanhados com alguém especial, imediatamente nos apaixonamos e nunca mais conseguimos cortar o "cordão umbilical" com este LUGAR cheio de magia e de uma beleza natural única.

2016/07/18

O pôr-de-Sol de ontem - Um dos melhores do Mundo

Fechou 

e depois disparou a toda a velocidade


Bem vindo a bordo do nosso planeta Terra
Esposende
PORTUGAL

Projeto de energia das ondas em Peniche assegura financiamento de 10 milhões

O Banco Europeu de Investimento e o programa Horizonte 2020 decidiram atribuir ao projeto Waveroller um empréstimo que cobre mais de metade do custo total da iniciativa

Projeto Waverolller, que está a ser desenvolvido em Peniche para explorar o potencial da energia das ondas para a geração de eletricidade, acaba de assegurar um financiamento de 10 milhões de euros do Banco Europeu de Investimento (BEI), com o apoio do programa comunitário Horizonte 2020.

O empréstimo faz parte da linha de apoio Innovfin Energy Demo Project, destinada a financiar, com maturidades até 15 anos, empreendimentos de teste de novas tecnologias no sector energético, que, por não estarem ainda numa fase de exploração comercial, não conseguem gerar para já as receitas necessárias ao pagamento do investimento.
O Waveroller já tem desde 2012 três protótipos em teste em Portugal, cada um com uma potência de 100 kilowatts (kW). A tecnologia permite converter a energia das ondas em energia elétrica com recurso a painéis que são instalados debaixo de água, com um circuito hidráulico no seu interior.
A nova fase prevê a instalação de um equipamento de demonstração em escala real com 350 kW. O custo desta nova etapa será de 19 milhões de euros (dos quais 10 milhões apoiados pelo empréstimo do BEI).
O comissário europeu da Inovação, Carlos Moedas, comentou, em comunicado, que “investir nas tecnologias de energias renováveis é reforçar o papel de liderança da Europa nesta área”, sendo que este apoio “contribui para soluções aos desafios das alterações climáticas globais, criando emprego e crescimento econômico sustentável na Europa e em Portugal”.
Além do Waveroller, Portugal já tem outros projetos de produção de energia a partir do mar, entre os quais o Windfloat, uma torre eólica flutuante ao largo da Póvoa de Varzim, com 2 megawatts (MW) de capacidade, que foi agora desligada, para dar lugar ao teste de outras tecnologias. O projeto Windfloat deverá mais tarde prosseguir ao largo de Viana do Castelo com um parque eólico offshore de maior dimensão.

FIM DO WINDFLOAT na nossa costa


O projeto pioneiro de produção de energia eólica 'windfloat' terminou a primeira fase de testes e seguem-se agora novos testes. A plataforma foi retirada do mar, onde esteve cinco anos, e dizem que foi para ser levada para Sines.
A verdade é que a torre heólica do projeto "windfloat" foi retirada e agora a nossa paisagem torna-se novamente limpa.


Blogue Pedrinhas & Cedovém com PortoCanal


2016/07/15

Regresso ao mar, nova série na SIC Notícias

 «Da pesca à investigação científica aplicada à aquacultura, passando pela biotecnologia, Portugal está a voltar a investir no mar, e tem como objetivo aumentar o peso da economia azul no produto interno bruto nacional, pelo menos para 4,5% até 2020. A partir de hoje, às quintas-feiras, vamos voltar-nos para o oceano, com reportagens e diretos, na SIC e na SIC Notícias, e mais conteúdos no site da SIC Notícias, a propósito da exibição de "Regresso ao Mar", uma série promovida pelo Fórum Oceano e realizada por Francisco Manso.»

Governo quer agilizar intervenções de defesa da costa

Litoral XXI é apresentado esta sexta-feira. Praias entre a Costa Nova e Vagueira alimentadas com areias do Porto de Aveiro.


Os Ministérios do Ambiente e do Mar apresentam esta sexta-feira, em Vagos, o Litoral XXI – Governança e Plano de Ação, documento que define as prioridades de intervenção nas áreas do país sujeitas a fenômenos de erosão costeira e que inclui também a descentralização, para a esfera dos municípios, de competências hoje concentradas na Agência Portuguesa do Ambiente e noutras instituições dependentes da Administração Central.

O Plano é apresentando numa das zonas da costa mais sujeitas aos efeitos da erosão. Sem intervenção humana, e se o nível do mar aumentar como os cientistas prevêem, até 2100 a praia da Vagueira, em Vagos, corre um sério risco de ser riscada do mapa. Em 2014, a equipa do projecto Change – Mudanças Climáticas, Costeiras e Sociais, estimava que o mar pode avançar terra dentro ao longo de 11,6 metros já em 2025 e inundar as zonas na cota dos 2,5 metros.

O problema acentuou-se nas últimas décadas – entre 1973 e 1996, a linha de costa recuou 200 metros a sul da Vagueira, considerada a zona mais crítica para o equilíbrio da Ria de Aveiro – e seguindo as propostas contidas no último relatório sobre a gestão da zona costeira, e incluídas no novo Plano de Ação de Proteção e Valorização do Litoral 2016-2020, a solução passa pela reposição do equilíbrio sedimentar naquela área. Por isso, esta sexta-feira é assinado um contrato entre a Agência Portuguesa do Ambiente e a Administração do Porto de Aveiro para a dragagem de dois milhões de metros cúbicos de sedimentos do interior da infra-estrutura portuária, sedimentos esses que alimentarão os areais em risco a sul.

Com um investimento estimado em mais de seis milhões de euros – repartidos pelas duas instituições e financiáveis por fundos comunitários – a dragagem de inertes existentes em depósito na ria e numa “ilha” localizada no Porto de Aveiro, em frente à Zona de Atividades Logísticas e Industriais, permitirá melhorar as condições de navegabilidade do porto. E, ao mesmo tempo, minimiza o défice sedimentar desta parte da costa, muito associado, precisamente, às intervenções humanas no litoral - como o prolongamento de molhes - que alteraram, ao longo de décadas, a normal deslocação de areias para sul. 

2016/07/12

Proprietários, Amigos e simpatizantes de Lugar das Pedrinhas e Cedovém agradecem à Camara Municipal de Esposende

Proprietários, amigos, veraneantes e simpatizantes de Lugar das Pedrinhas e Cedovém agradecem à Câmara municipal, por novamente nesta época balnear disponibiliza nadadores-salvadores.


«O reconhecimento da qualidade das praias do concelho segue-se à distinção feita pela Associação Nacional de Conservação da Natureza, Quercus que atribuiu o grau “Qualidade de Ouro”, à água de cinco praias de Esposende. Apúlia, Ofir, Cepães, Ramalha e Rio de Moinhos foram premiadas por apresentarem sistematicamente, ao longo de cinco anos, boa qualidade ou qualidade excelente, tendo em conta a classificação da legislação em vigor.
Para além destes aspetos de ordem ambiental, importa ainda salientar que, numa perspetiva de melhoria da segurança dos utilizadores das praias do concelho, a Câmara Municipal irá promover a vigilância e o salvamento marítimo em zonas que apresentam um uso intensivo, apesar de não estarem associadas a nenhuma concessão de praia.
Não obstante não constituir responsabilidade da autarquia, a Câmara Municipal de Esposende disponibiliza nadadores-salvadores nas zonas de Pedrinhas/Cedovém, em Apúlia, e Suave Mar-Foz, na cidade de Esposende.»


Quanto às praias de Lugar das Pedrinhas & Cedovém não estarem associadas a nenhuma concessão é por não poderem ser, sem a aprovação da Associação dos Baldios, que atualmente gere os terrenos do Aforamento da Casa de Bragança que foi comprado pelos homens bons a 20 de outubro de 1877 e que no próximo ano faz 140 anos de existência.

No entanto, proprietários, amigos, veraneantes e simpatizantes de Lugar das Pedrinhas e Cedovém aguardam proposta da Câmara Municipal para uma atividade económica local, mantendo o espaço enquadrado com a paisagem natural, preservando o ambiente, assim como de classificar e manter o Património cultural e edificado ali existente.

2016/07/06

PCP quer vedar baldios ao arrendamento e retoma lei de 1976

Bancada comunista defende a revogação das alterações feitas à lei dos baldios pela anterior maioria PSD/CDS

Os baldios são usados para o pasto, a caça, a recolha de lenha e agricultura

Vedar os terrenos baldios ao comércio jurídico – designadamente ao arrendamento e circunscrever a sua gestão à população que reside área adjacente são duas das propostas que o PCP leva, nos próximos dias, ao Parlamento para anular as alterações feitas em 2014. A bancada comunista quer repescar a lei de 1976.

Há dois anos, PSD e CDS alargaram a todos os cidadãos eleitores da freguesia a possibilidade de serem compartes (que têm direito ao uso e fruição do baldio). A alteração foi contestada por algumas organizações ligadas ao sector agrícola e florestal e também pelos partidos mais à esquerda no Parlamento. O PCP quer agora revogar essa determinação, passando o universo dos compartes a integrar apenas os cidadãos com residência na área em que se situam os respectivos baldios, de acordo com a tradição local. A mudança na lei feita pela anterior maioria “potenciava conflitos sociais”, afirma o deputado comunista João Ramos. “Há casos em que o baldio pertence apenas a uma aldeia enquanto a freguesia [onde estão todos os eleitores inscritos] pode abranger mais aldeias”, exemplifica.

O projecto de lei comunista  a que o PÚBLICO teve acesso  garante “o direito das populações ao usufruto dos baldios de acordo com a sua vontade, usos e costumes”, sustenta o deputado. E é nesse sentido que a iniciativa legislativa retoma a primeira lei sobre os baldios, de 1976, que devolve às comunidades esses terrenos que passaram, em 1954, durante a ditadura, a ser administrados pelo Estado, através dos serviços florestais. “Queremos retomar o espírito que tinha essa lei de 76”, assume João Ramos, lembrando que a Constituição consagra os baldios como “meios de produção comunitários, possuídos e geridos por comunidades locais”. “Nem são propriedade pública nem privada, são de determinada comunidade de compartes e não de todos”, sublinha.

Como meios de produção comunitários, estes terrenos estão excluídos do comércio jurídico, no entender do PCP. E é por essa razão que outra das alterações propostas é vedar o arrendamento que a anterior maioria PSD/CDS tinha consagrado na lei. “Ficou a porta aberta ao arrendamento e também à inclusão na Bolsa de Terras”, critica o deputado, acusando a anterior maioria de “ceder aos interesses da indústria da pasta de papel”.

Os baldios (estimados em 500 mil hectares em todo o país) são utilizados pelas populações para apascentação de gado, recolha de lenhas e matos, de culturas e também de caça. Mas também têm servido para instalar pedreiras ou unidades de produção eólica, por exemplo, tornando mais relevantes os rendimentos deles retirados. Nesses casos, segundo o projecto comunista, podem estabelecer-se contrapartidas. A iniciativa legislativa coloca a gestão dos baldios totalmente nas assembleias de compartes, “clarificando e melhorando” procedimentos dessa administração, segundo João Ramos. Fechando a possibilidade de haver tributação dos baldios, os comunistas admitem a necessidade desses terrenos serem identificados nas conservatórias com vista à preservação e defesa do território nacional.

A discussão do projecto de lei do PCP, que deve ser feita em conjunto com outro do BE no mesmo sentido, irá acontecer só depois do Verão. Será mais um passo para tentar pôr fim ao diploma de 2014, depois de a regulamentação dessa mesma lei já ter sido revogada em Fevereiro deste ano pela maioria de esquerda – PS, PCP e BE. Os três partidos já tinham contestado o projecto da coligação PSD/CDS e pediram a fiscalização sucessiva do diploma ao Tribunal Constitucional, mas o tribunal não lhes deu razão.

2016/07/04

Época balnear 2016 - Esposende

Passou mais um inverno e nada foi feito de proteção da costa marítima.



Estamos em nova época balnear e a AGENCIA PORTUGUESA do AMBIENTE e a  POLIS LITORAL NORTE que conhecem o problema no litoral de Esposende, muito bem, enfiam a cabeça na areia como "a avestruz" e reagem como se nada existisse. Entretanto vários veraneantes circulam com se não houvesse nenhum perigo, só que para eles, o que que poderá trazer uma simples sombra nas horas de mais calor é uma enorme desgraça, pois existem na praia como os brasileiros dizem várias arapucas.



2016/06/13

Navio cheio de ouro descoberto no deserto foi “oferecido” por Portugal à Namíbia


Uma empresa da indústria mineira descobriu um navio português do século XVI, no deserto da Namíbia, com um tesouro de moedas de ouro de valor incalculável. Tesouro de cuja propriedade o governo português “generosamente” abdicou em nome da Namíbia.
Os arqueólogos que têm estudado os destroços do navio português, que se terá afundado em 1533, falam da mais importante descoberta dos últimos anos, em termos de naufrágios. Isto não apenas por causa da antiguidade dos vestígios, mas também pelo seu excelente estado de preservação.
O navio foi identificado como sendo “O Bom Jesus” que partiu de Lisboa, em 1533, rumo a Goa, na Índia, transportando a bordo um verdadeiro tesouro de moedas de ouro, mas também estanho, cobre e marfim, além de cerca de 300 pessoas, entre marinheiros, soldados, padres, nobres e escravos.

Entre as moedas de ouro portuguesas e espanholas, foram encontrados canhões de bronze, lingotes de cobre, instrumentos de navegação, talheres, utensílios de cozinha em cobre, espadas e mosquetes e cinco âncoras, além de outros artefactos de valor cultural e científico.



Capitaneado por D. Francisco de Noronha, o navio terá naufragado ao largo da costa da Namíbia, depois de ter possivelmente tentado atravessar o temido Cabo da Boa Esperança.
Os primeiros destroços do navio foram encontrados, em 2008, por geólogos de uma companhia mineira, mas o achado só foi revelado por completo depois de se ter procedido à drenagem de uma lagoa feita pelo homem para tornar a extracção de minerais possível numa zona marcada pela elevada força das ondas.
O navio demorou séculos a ser descoberto por se encontrar enterrado por baixo do leito do mar, conforme explica o arqueólogo Dieter Noli em declarações à Fox News.
Este elemento do Instituto de Pesquisa Arqueológica Marítima da África do Sul constata que os destroços estão num estado de “preservação excelente”, considerando que é “uma situação extremamente invulgar”.


“Os organismos marinhos podem gostar de madeira, de capas de couro de livros, de caroços de pêssegos, de sacos de juta e de sapatos de cabedal, mas o cobre está mesmo fora da sua alimentação – por isso, muita coisa sobreviveu a 500 anos no fundo do mar“, destaca Noli.
O arqueólogo também relata à cadeia de televisão norte-americana que o tesouro de valor incalculável – só as moedas de ouro valerão 13 milhões de dólares, segundo a Fox News – fica para o governo da Namíbia.
Noli explica que quando se encontra “um navio de estado” em território de outro país, os vestígios ficam para “o país sob cuja bandeira o navio navegava”.
“Neste caso, o navio pertencia ao Rei de Portugal, transformando-o num navio de estado – com o navio e todo o seu conteúdo pertencendo a Portugal.
Contudo, o Governo português, muito generosamente, renunciou a esse direito, permitindo à Namíbia ficar com o lote”, destaca o arqueólogo.
As autoridades locais, juntamente com a equipa de arqueólogos que continua a trabalhar no terreno, estarão agora a equacionar erguer um museu para mostrar ao público a extraordinária descoberta.
Quanto ao naufrágio ocorrido em 1533, as causas devem ter sido uma tempestade numa zona considerada muito perigosa pelos navegadores portugueses. Noli ainda adianta que o excesso de carga pode também ter ajudado para o desfecho trágico

Blogue Pedrinhas & Cedovém com FOXNEWS

2016/05/24

Passeio equestre vai percorrer pontos turísticos em Esposende


O VII Passeio Equestre de Vila Chã, em Esposende, vai decorrer no dia 26 de junho, com partida às 10 horas no Castro de São Lourenço.
Homologado pela Direcção Geral de Alimentação e Veterinária, com marca oficial de exploração, a sétima edição do evento tem organização dos Amigos de São Lourenço.
A concentração está marcada para as 9 horas, no Castro de São Lourenço, e a partida agendada para uma horas depois (10 horas), percorrendo parte do Monte de São Lourenço, caminhos agroflorestais e Caminhos de Santiago, com passagem por vários locais de interesse turístico.
As inscrições estão abertas até ao dia 25 de junho, através dos números de telefone disponíveis no cartaz do evento.


Município de Esposende atribui 43 500 euros a Juntas de Freguesia e instituições



O Município de Esposende aprovou, em reunião do executivo e por unanimidade, a atribuição de um conjunto de apoios financeiros, nomeadamente a Juntas de Freguesia e instituições do concelho, no montante global de aproximadamente 43 500 euros.

Assim, a Câmara Municipal aprovou uma verba no montante de 3 850,76 euros para a Junta da União das Freguesias de Apúlia e Fão, destinada a custear a reparação de uma máquina “Limpa Bermas”.

A Junta da União de Freguesias de Fonte Boa e Rio Tinto irá receber 5.503,70 euros, para a aquisição de uma cisterna e respetivos acessórios para a limpeza de fossas onde os serviços da Esposende Ambiente não tenham acesso.

O Município continua, assim, a atender às muitas solicitações das Juntas de Freguesia do concelho, contribuindo para que estas possam prestar mais e melhores serviços às populações e, consequentemente, a ajudar à melhoria da sua qualidade de vida. 

Do mesmo modo, a Câmara Municipal, ciente das limitações orçamentais das coletividades, continua a dar resposta a muitos dos pedidos de apoio das instituições concelhias. A Associação Amigos de S. João, de Esposende, vai receber uma comparticipação financeira de 2.000 euros, para custear a aquisição dos adereços e vestuário dos elementos participantes nas Marchas de S. João, que se realizarão no dia 25 de junho.

Na mesma sessão, o executivo municipal aprovou, também, a atribuição de um subsídio de 30.000 euros ao Club Fãozense, coletividade cultural sediada em Fão, montante que se destina a comparticipar a execução de obras de recuperação e ampliação do seu edifício-sede.

Reconhecendo a mais-valia do projeto cultural “MusiCórdia”, a Câmara Municipal atribui um apoio de 2.000 euros à Santa Casa da Misericórdia de Esposende, para apoio à realização da edição 2016 deste evento.


Blogue Pedrinhas & Cedovém