INTRODUÇÃO

Pedrinhas e Cedovém são dois Lugares à beira mar, situados entre Ofir e a Apúlia, no concelho de Esposende - PORTUGAL.
Localizam-se num lugar calmo em cima do areal, onde pode almoçar e jantar com uma gastronomia típica local e poder usufruir de uma paisagem natural marítima Atlântica a uma temperatura do Litoral do Sul da Europa. Os caminhos e os percursos de acesso ainda se encontram em areia e criam uma composição que conjuga de forma perfeita entre a topografia e época das construções, o que dá um cunho único ao Lugar. Se estivermos acompanhados com alguém especial, imediatamente nos apaixonamos e nunca mais conseguimos cortar o "cordão umbilical" com este LUGAR cheio de magia e de uma beleza natural única.

2018/11/06

Plano da Orla Costeira está aberto a consulta pública



O Plano da Orla Costeira está desde ontem aberto a consulta pública. Se avançar, os núcleos habitacionais de Ofir Sul, Pedrinhas e Cedovém, em Esposende, são os primeiros a ir abaixo.

O Ministro do Ambiente garante que, em caso de demolição de primeira habitação, o realojamento está garantido. E promete dirigir o projeto em conjunto com as autarquias.

OS OBJETIVOS DO POC NÃO NEGOCIÁVES


2018/11/05

Camara Municipal de Esposende passou o parecer do POC de"Favorável condicional" para "DESFAVORÁVEL"



O Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Arquitecto Benjamim Pereira, passa o parecer do PROGRAMA DA ORLA COSTEIRA - Caminha - Espinho para "desfavorável"

PRÓS E CONTRAS - 05 Nov 2018 21:52 RTP1 - Erosão à Vista


Erosão à Vista

Episódio 33 de 44 Duração: 130 min
Avança a demolição de edifícios na primeira linha do mar. Uma nova era no combate à erosão da costa. O novo plano para a orla costeira junta o Governo, especialistas e populações no Prós e Contras.
Erosão à Vista, no maior debate da televisão portuguesa. 

2018/11/04

Autarcas avançam para os tribunais contra revolução na orla costeira

Sete das nove câmaras na costa entre Caminha e Espinho contestam o novo Plano da Orla Costeira (POC), sobretudo a interdição à construção na frente de mar em zonas urbanas.


Os autarcas do Porto, Espinho, Caminha, Póvoa, Vila do Conde, Viana do Castelo e Esposende pediram uma reunião urgente ao ministro do Ambiente, Matos Fernandes, que foi agendada para o dia 7. Pinto Moreira e Aires Pereira, de Espinho e da Póvoa de Varzim, admitem impugnar judicialmente o plano, se não for alterado.

(Ministro do Ambiente Matos Fernandes)

O documento, revelado ontem pelo JN, prevê ainda a demolição de centenas de casas e de 34 imóveis, incluindo o Edifício Transparente, e entra em consulta pública na segunda-feira. O Ministério do Ambiente garante que o POC, a submeter a discussão pública, já contém alterações. 

Terminada a consulta, "serão ponderados os contributos. Sempre que se justifique e seja possível face aos critérios legais definidos, poderá ser melhorada ou clarificada a proposta", explica. Pinto Moreira antevê uma "avalancha de pedidos de indemnização" de proprietários e de promotores com expectativas goradas de rentabilização dos imóveis. 

O autarca avisa que há planos de pormenor, autorizados pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), que perderão valor com as restrições à construção, à ampliação e à reabilitação de edifícios do POC."Não faz sentido que, em frentes urbanas consolidadas há décadas, se impeça a reabilitação e a ampliação de edifícios. Temos de deixar a cidade cair de velha, o que é incoerente com as políticas públicas de incentivo à reabilitação urbana", critica o autarca de Espinho. O objetivo dos sete presidentes das câmaras que subscreveram o pedido de audiência ao ministro do Ambiente não é continuar a urbanizar as marginais e todos estão de acordo de que são precisas medidas de proteção da costa face ao avanço do mar.

Novo plano "corta a direito"


"Compreendemos que haja regras mais apertadas para zonas com maior erosão", atenta Miguel Alves, presidente de Caminha, mas não aceita que o POC proíba a "colmatação de hiatos na malha urbana". Benjamim Pereira, autarca de Esposende, lembra que o Plano Diretor Municipal foi aprovado há três anos com aval da APA e, agora, o POC tirará capacidade construtiva a muitos terrenos.

"É legítimo que o Estado impeça a edificação, mas deve indemnizar os proprietários. Há que ter algum bom senso e que as pessoas possam acreditar na Administração Pública", adverte o autarca.

Já Elisa Ferraz, que lidera a Câmara de Vila do Conde, recusa que se "corte a direito". "É preciso encontrar alternativas técnicas, como deposição de areias e enrocamentos, que minorem o impacto da subida do mar e impeçam estas demolições em grande escala", defende. O presidente da Póvoa quer saber quem vai indemnizar os donos dos edifícios a demolir.

"O Governo está a passar a competência das praias para os municípios e deixa-nos com a batata quente na mão", adverte Aires Pereira, que questiona os critérios da APA. Para o autarca, é incompreensível que se determine a destruição do complexo do Varzim Sport Club, onde estão as piscinas. "A requalificação ambiental proposta é um eufemismo para demolição. Não há registo de um galgamento no complexo, que é património do Estado. Porque é que o critério não é o mesmo para as torres de Ofir?"

(Torres de Ofir)


O município do Porto também está preocupado com as consequências do recuo da linha da margem e da delimitação de faixas de salvaguarda costeiras que entram nas áreas edificadas. A Autarquia entende que "grande parte da frente litoral ficará incluída no domínio público hídrico", pondo em causa a propriedade dos terrenos ocupados na marginal, para além de interditar e de condicionar a construção e a ampliação de edifícios.

Esposende critica Plano da Orla Costeira por injustiça na capacidade construtiva

O presidente da Câmara de Esposende, Benjamim Pereira, criticou esta quarta-feira o novo Plano da Orla Costeira entre Caminha e Espinho, por acabar com a capacidade construtiva na marginal da cidade e noutras zonas urbanas consolidadas, como a de Apúlia.

"A marginal de Esposende, por exemplo, sempre deu para construção, e não podemos permitir que agora essa capacidade construtiva seja pura e simplesmente retirada, criando situações de clara injustiça", disse Benjamim Pereira à Lusa.

(Benjamim Pereira)

O autarca apontou ainda o caso do núcleo urbano de Apúlia, onde a Câmara, por 600 mil euros, um edifício com valor arquitetónico, que pretende alienar para fins hoteleiros.

(Marginal Pedrinhas)

Como explicou, esse projeto só será viável com a ampliação do imóvel, que com o novo Plano da Orla Costeira não será possível.

"Note-se que estamos a falar de uma ampliação para o interior e não para o lado da praia", sublinhou.

Lembrou que as novas regras terão de ser vertidas nos planos diretores municipais, obrigando à revisão dos documentos.

"Impõem as regras mas quem vai ter de dar a cara perante as populações são os municípios", criticou.

Disse que está já agendada para 07 de novembro uma reunião no Ministério do Ambiente, em que autarcas dos vários municípios abrangidos pelo novo Plano de Ordenamento darão conta à tutela das suas críticas ao documento.

(rampa de Cedovém)

Benjamim Pereira ressalvou que concorda com "90 a 95 por cento" do plano, que em Esposende prevê mais de duas centenas de demolições, sobretudo na zona de Pedrinhas/Cedovém, em Apúlia.

(orla costeira de Esposende)

Trata-se, na sua maioria, de "barracos", mas há também "seis a oito" casas de primeira habitação e várias outras de segunda.

(Restaurantes Cedovém)

A Câmara pretende ainda a relocalização dos restaurantes ali existentes e a manutenção do núcleo de pesca de Cedovém e de algumas construções em xisto, com valor patrimonial.

2018/11/01

TODOS CONTRA O POC


VAMOS TODOS CONTRA ESTE POOC - PLANO DE ORDENAMENTO DA ORLA COSTEIRA, que estes políticos, pela APA - Agência Portuguesa do Ambiente querem apagar a nossa: História, Cultura, Memórias, Identidade, Existência do nosso querido Lugar Berço Pedrinhas & Cedovém

MELHOR É MORRER EM
BATALHA COM HONRA, DO QUE
VIVER NA VERGONHA POR NÃO 
TERES DEFENDIDO A TUA GENTE.

"Nova orla costeira? Isto não vai ficar assim”

O presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim já reagiu às notícias das pretensões da Agência do Ambiente relativamente ao novo Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC), que inclui uma série de demolições e restrições em termos de construção junto ao mar, desde Caminha até Espinho.


Ainda havemos de falar muito sobre o Plano de Ordenamento da Orla Costeira. Os municípios envolvidos já se reuniram e vão intentar até uma ação judicial administrativa sobre este processo”, disse Aires Pereira.

Acho lamentável que tenham aprovado esta proposta com o voto contra de todos os municípios. Não percebo porque é que querem impor um modelo no qual não nos revemos, feito à pressa e sem se visitar os respetivos lugares. É um plano que não estamos disponíveis para aceitar e não vamos deixar ficar assim”.

O autarca afirmou que “as questões que as Câmaras reclamam prendem-se com um conjunto de procedimentos que vão condicionar a vida de todos nós. Desde logo no alargamento excessivo da chamada zona de risco (no caso da Póvoa, a Av. dos Banhos) e nas imposições que não têm em atenção os planos aprovados com parecer favorável da Agência Portuguesa do Ambiente”.´

Blogue Pedrinhas & Cedovém com Mais/SEMANÁRIO

2018/10/31

Agência Portuguesa do Ambiente quer ver Edifício Transparente demolido

A Agência Portuguesa do Ambiente defende a demolição de 34 edifícios entre Caminha e Espinho, incluindo o Edifício Transparente, no Porto. Foi construído em 2001 e custou 7,5 milhões de euros.


A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) quer demolir o Edifício Transparente construído na região costeira do Porto, em 2001, quando a cidade foi capital europeia da cultura. A destruição do edifício projetado pelo arquiteto catalão Solà-Morales, cuja construção custou 7,5 milhões de euros, sobressai numa lista de 34 edifícios identificados pela agência como destruidores das dunas.

Segundo o JN, o novo Plano da Orla Costeira Caminha-Espinho proíbe a construção de habitações próximo do mar. E defende um “recuo planeado” de 14 aglomerados habitacionais, dos quais 12 se encontram em áreas com maior exposição a fenómenos da natureza, como a erosão costeira e inundações, resultantes da elevação do nível do mar.

Está em causa a retirada de edifícios, na sua maioria casas de férias ou de ocupação sazonal, que estão em risco ou que tenham sido construídos (ilegalmente) em cima de zonas dunares, nas seguintes praias do norte: Amorosa, Pedra Alta (Viana do Castelo), Pedrinhas, Cedovém, Suave Mar, Ofir Sul (Esposende), Aver-o-Mar (Póvoa de Varzim), Congregeira, Mindelo, Pucinho (Vila do Conde), Marreco (Matosinhos), Madalena, Valadares (Gaia) e Paramos (Espinho).

No Plano da Orla Costeira, a APA determina que sejam delineados planos de retirada e que sejam calculados os custos, permitindo uma retirada faseada: “Quando os custos se tornem excessivos, ou surjam casos pontuais nessa relocalização” é da responsabilidade das câmaras que a edificabilidade seja transferida para outros terrenos que não na orla costeira.

Produção de alcatrão em escala industrial impulsionou a Era Viking


Viking Ships Before a Rocky Coast,” by Michael Zeno Diemer (1911)
Image: Wikimedia

Os vikings eram os verdadeiros produtores de alcatrão. Com os seus majestosos navios, cobertos de alcatrão, viajaram ao longo dos rios russos, conduzindo o comércio a regiões do Império Romano. Os seus métodos de produção eram um mistério, que acaba de chegar ao fim.

Os vikings adquiriram a capacidade de produzir alcatrão em escala industrial no século 8 d.C.. O alcatrão era aplicado nas tábuas e velas dos navios, usados pelos vikings no comércio. O mais recente estudo, publicado na Antiquity, sugere que, sem a capacidade de produzir grandes quantidades de alcatrão, a Era Viking nunca teria acontecido.

Embora o alcatrão pareça uma invenção moderna, não o é. Na verdade, os vikings usavam e abusavam do alcatrão, embora os seus métodos de produção permaneçam um autêntico mistério para arqueólogos e historiadores. Este estudo recente propôs-se a responder a esta questão, revelando o método único de produção de alcatrão usado pelos vikings.

Andreas Hennius, do Departamento de Arqueologia e História Antiga da Universidade de Uppsala, na Suécia,e único autor do estudo, relata a descoberta de grandes poços produtores de alcatrão na província sueca de Uppland.

Nos últimos 15 anos, os arqueólogos descobriram um número surpreendente desses poços extra-grandes, datados entre 680 e 900 d.C.. Esta datação, através do carbono, coincide com a Era Viking, (aproximadamente de 750 a 1050 d.C.). O cientista adianta que os Vikings usaram o alcatrão para selar e proteger estruturas feitas de madeira, como navios, e para velas impermeáveis.

Os poços de alcatrão encontravam-se localizados a grandes distâncias das aldeias, muito provavelmente devido à existência de um ingrediente essencial na produção do carvão: as florestas cheias de madeira.

À semelhança dos poços de alcatrão da Europa Moderna Antiga, os poços Viking apresentavam a forma de funil, mas em vez de usar um tubo de saída, os Vikings colocaram um recipiente, com cerca de um metro, no fundo do poço para recolher as pingas. Esta técnica exigia que os vikings cavassem o buraco para remover o recipiente e o seu conteúdo.

Photo and diagram of a funnel-shaped Viking tar pit.
Image: A. Hennius, 2018/Antiquity

Os buracos que os vikings cavavam eram, segundo os arqueólogos, enormes, capazes de albergar 200 a 00 litros de alcatrão durante cada ciclo de produção. Esta descoberta mostra que os vikings, já no século VIII d.C., haviam adquirido a capacidade de produzir alcatrão em escala industrial.

Diagram and photo of a tar pit.
Image: Hennius, 2018/Antiquity

Construir, operar e manter estes poços na floresta exigiu um trabalho considerável por parte do povo viking, afirma Hennius, acrescentando que tarefas como empilhar madeira, cortar árvores e maneho florestal foram, sem dúvida, essenciais.

Este nível de produção de alcatrão parece, à primeira vista, excessivo, mas é consistente com os desenvolvimentos na construção naval e expansão marítima da Era Viking..

“O alcatrão é muito útil para proteger a madeira da decomposição na construção de casas, mas especialmente no transporte”, disse o investigador. “O alcatrão foi usado em grandes quantidades até que os barcos fossem feitos de aço. Para os navios Vikings, o alcatrão não era usado apenas para a madeira nas tábuas, mas também para a calafetagem entre as tábuas e as velas.”

“Este estudo apresenta um recurso de produção de alcatrão que é desconhecido para a maioria das pessoas”, referiu Hennius ao Gizmodo. “Tanto as mudanças como o aumento da produção de alcatrão foram fundamentais para a cultura marítima Viking.

É importante, todavia, ressalvar que este estudo é baseado em evidências limitadas a uma área geográfica na Suécia. Outras escavações e investigações fornecerão uma imagem mais clara da produção de alcatrão Viking.

2018/10/26

Lugar das Pedrinhas representa Portugal na EURONEWS

OS ERROS QUE OS SUCESSIVOS GOVERNOS E O ESTADO PORTUGUÊS TEM TRATADO O TEMA DA EROSÃO E A DEFESA DA ORLA MARÍTIMA, ATRAVÉS DE CONSTRUÇÃO DE ESPORÕES, BARRAGENS, AUMENTO DE DOCAS, PORTOS MARÍTIMOS, FOZ DE RIOS, ABANDONO DA COSTA E PROIBIÇÃO DE QUALQUER DEFESA POR PARTE DE ENTIDADES PRIVADAS, PERMITIU O AVANÇO DO MAR, TENDO POR VEZES ORIGINADO A LINHA COSTEIRA RECUAR MAIS DE 100 METROS EM DETERMINADAS ZONAS.



PORTUGAL DEBATE-SE SOBRE A EROSÃO

HOJE, PORTUGAL PREVÊ SOMENTE ALIMENTAR ARTIFICIALMENTE COM AREIA, AS ZONAS MAIS VULNERÁVEIS.