INTRODUÇÃO

Pedrinhas e Cedovém são dois Lugares à beira mar, situados entre Ofir e a Apúlia, no concelho de Esposende - PORTUGAL.

Localizam-se num lugar calmo em cima do areal, onde pode almoçar e jantar com uma gastronomia típica local e poder usufruir de uma paisagem natural marítima Atlântica a uma temperatura do Litoral do Sul da Europa .
Onde construções CELTAS desabrocham de fundações milenares, que resulta uma relação de interligação com a paisagem. Os caminhos e os percursos de acesso ainda se encontram em areia e criam uma composição que conjuga de forma perfeita entre a topografia e época das construções, o que dá um cunho único ao Lugar. Se estivermos acompanhados com alguém especial, imediatamente nos apaixonamos e nunca mais conseguimos cortar o "cordão umbilical" com este LUGAR cheio de magia e de uma beleza natural única.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

É um dever inventariar o Sargaceiro e registar tudo que envolva na lista do Patrimônio Cultural Imaterial



No dia 4 de Agosto saiu o Decreto-Lei 149/2015, onde finalmente o Governo Português vem reconhecer a importância do Patrimônio Cultural Imaterial com disposições nacionais e internacionais da cultura portuguesa e possibilitar o inventariar numa base de dados de acesso público.




A história do sargaceiro necessita de ser inventariada, defendida e guardada na lista do patrimônio cultural imaterial, designadamente o seu lugar de origem, (Lugar das Pedrinhas e Cedovém e não os moinhos de vento como em tantas imagens aparece, pois a sua função é moer o grão e em nada têm a haver com o sargaceiro).

As técnicas Mafalda Carneiro e Maria Athayde e Melo do Ministério da Cultura / Direção Regional de Cultura do Norte já afirmaram:





Hoje qualquer esposendense, fãozense, apuliense ou qualquer outro munícipe do concelho, como a autarquia, as juntas e associações tem o dever de levar a sua quota-parte de obrigação, para que seja inventariado este patrimônio cultural desta atividade agromaritima, da apanha do sargaço.

É urgente preservar a identidade do sargaceiro para as gerações vindouras e manter esta memória coletiva de homens e mulheres que durante centenas de anos estiveram ligadas ao mar e à sua querida terra.

«Só podemos pedir respeito se nós próprios nos respeitarmos»

"Eu sei donde vim
sei onde estou 
sei para onde quero ir"


ARQ.ACM

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