No dia 4 de Agosto saiu o Decreto-Lei 149/2015, onde finalmente o Governo Português vem reconhecer a importância do Patrimônio Cultural Imaterial com disposições nacionais e internacionais da cultura portuguesa e possibilitar o inventariar numa base de dados de acesso público.
A história do sargaceiro necessita de ser inventariada, defendida e guardada na lista do patrimônio cultural imaterial, designadamente o seu lugar de origem, (Lugar das Pedrinhas e Cedovém e não os moinhos de vento como em tantas imagens aparece, pois a sua função é moer o grão e em nada têm a haver com o sargaceiro).
As técnicas Mafalda Carneiro e Maria Athayde e Melo do Ministério da Cultura / Direção Regional de Cultura do Norte já afirmaram:
A história do sargaceiro necessita de ser inventariada, defendida e guardada na lista do patrimônio cultural imaterial, designadamente o seu lugar de origem, (Lugar das Pedrinhas e Cedovém e não os moinhos de vento como em tantas imagens aparece, pois a sua função é moer o grão e em nada têm a haver com o sargaceiro).
As técnicas Mafalda Carneiro e Maria Athayde e Melo do Ministério da Cultura / Direção Regional de Cultura do Norte já afirmaram:
Hoje qualquer esposendense, fãozense, apuliense ou qualquer outro munícipe do concelho, como a autarquia, as juntas e associações tem o dever de levar a sua quota-parte de obrigação, para que seja inventariado este patrimônio cultural desta atividade agromaritima, da apanha do sargaço.
É urgente preservar a identidade do sargaceiro para as gerações vindouras e manter esta memória coletiva de homens e mulheres que durante centenas de anos estiveram ligadas ao mar e à sua querida terra.
«Só podemos pedir respeito se nós próprios nos respeitarmos»
"Eu sei donde vim
sei onde estou
e sei para onde quero ir"
ARQ.ACM



