INTRODUÇÃO

Pedrinhas e Cedovém são dois Lugares à beira mar, situados entre Ofir e a Apúlia, no concelho de Esposende - PORTUGAL.
Localizam-se num lugar calmo em cima do areal, onde pode almoçar e jantar com uma gastronomia típica local e poder usufruir de uma paisagem natural marítima Atlântica a uma temperatura do Litoral do Sul da Europa. Os caminhos e os percursos de acesso ainda se encontram em areia e criam uma composição que conjuga de forma perfeita entre a topografia e época das construções, o que dá um cunho único ao Lugar. Se estivermos acompanhados com alguém especial, imediatamente nos apaixonamos e nunca mais conseguimos cortar o "cordão umbilical" com este LUGAR cheio de magia e de uma beleza natural única.

2018/03/11

Tornado formou-se ao largo de Esposende

2018/03/10

Ondas excecionalmente fortes vão atingir costa de Portugal -SINAL VERMELHO - Esposende

Está previsto o agravamento do estado do mar na noite de sábado e na madrugada de domingo. As ondas podem chegar aos 15 metros.
A Marinha e a Autoridade Marítima Nacional alertaram hoje para o agravamento do estado do mar nos próximos dias, com a previsão de uma ondulação "excecionalmente" forte na noite de sábado e manhã de domingo.
sinal vermelho para Lugar-das-Pedrinhas & Cedovém

Em conferência de imprensa, o tenente Quaresma dos Santos, do Instituto Hidrográfico, avançou que este tipo de ondulação é "excecional" e só ocorre "duas ou três vezes por ano", o que leva a que algumas barras que tradicionalmente não são fechadas venham a encerrar.
O tenente Quaresma dos Santos adiantou que o pico da agitação marítima vai ocorrer na noite de sábado e madrugada de domingo, atingindo toda a costa Oeste, sendo o Algarve a região menos afetada.
"O nível de mar está cerca de meio metro acima do nível médio, este meio metro a mais associado a uma agitação marítima muito forte, muito grande e com um período de onda muito longo, ao alcançar a costa portuguesa, pode vir a gerar situações de galgamento da orla costeira e eventualmente causar alguns estragos", sublinhou.
O tenente Quaresma dos Santos explicou que o responsável pelo agravamento do estado do mar é a tempestade Félix, que está a ser acompanhada operacionalmente pela Marinha
De acordo com o Instituto Hidrográfico, esta tempestade começou a fazer-se sentir na quinta-feira nos Açores, estando hoje a afetar a Madeira, que também vai sofrer "condições meteorológicas e oceanográficas idênticas e excecionais", e a partir de sábado vai alcançar o continente.
"Vão reunir-se um conjunto de condições que a Marinha alerta por serem excecionais e por poderem provocar situações de risco ao longo da orla costeira", avançou.
O tenente Quaresma dos Santos disse ainda que, ao final da manhã de hoje, estavam seis barras fechadas, sete condicionadas e 31 abertas, mas é esperado que nas próximas horas sejam encerradas mais barras.
Face às condições do estado do mar, a Marinha e a Autoridade Marítima Nacional (AMN) alerta a população para evitar comportamentos de risco.
O porta-voz da Marinha e a AMN afirmou ainda que os piquetes da Polícia Marítima "estão em prontidão" e vão fazer patrulhas "muito mais regulares do que numa situação normal" em todas as zonas da costa portuguesa.

Cuidados a ter
A entidade alerta também para a possibilidade de se verificarem danos em estruturas montadas ou suspensas e possibilidade de queda de ramos ou árvores, a par de possíveis acidentes na orla costeira e de fenómenos geomorfológicos causados por instabilização e saturação dos solos.
A ANPC aconselha a população a desobstruir os sistemas de escoamento e a reduzir a velocidade na condução, recomendando ainda que as pessoas não atravessem zonas inundadas, para precaver o arrastamento para buracos no pavimento ou caixas de esgoto.

A ANPC pede ainda que se tenha especial cuidado junto de áreas arborizadas, da orla costeira e de zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, além de recomendar que não se pratiquem atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar.

2018/02/12

Uma carta de reclamação à Europa sobre Portugal ou a ironia, no seu melhor


2018/02/11

Tu ainda não tinhas nascido e nós já cá estávamos - OFIR 1910


Em 1940 ainda não existia Ofir, haviam somente algumas construções.

A esta zona chamava-se Lugar das Barracas. Havia aqui um Posto da Guarda Fiscal e intitulava-se Zona das Areias de Apúlia e Aguçadoura


Havia somente estas construções, como prova esta carta da JCI - Junta de Colonização Interna



2018/01/21

Aprovada lei para legalizar primeiras habitações na Culatra

O Parlamento aprovou esta sexta-feira, em votação final global, a lei que altera o regime de utilização dos recursos hídricos e permitirá legalizar casas em núcleos residenciais piscatórios na ilha da Culatra, em Faro


O Parlamento aprovou esta sexta-feira, em votação final global, a lei que altera o regime de utilização dos recursos hídricos e permitirá legalizar casas em núcleos residenciais piscatórios na ilha da Culatra, em Faro.
Na hora da votação, apenas o deputado do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) se absteve, e as restantes bancadas votaram a favor.
O processo legislativo começou com a aprovação, em Conselho de Ministros, em 28 de setembro, de um diploma que “permitirá a regularização de situações de ocupação do domínio público hídrico sem o devido título de utilização”.
Menos de um mês depois, a 20 de outubro, o Parlamento aprovou, por unanimidade e na generalidade, este diploma.
Na discussão na especialidade foram feitas pequenas alterações, permitindo a legalização de casas de primeira habitação não só das pessoas ligadas à comunidade piscatória, mas também quem presta “serviço à comunidade”.
Segundo o Governo, a partir de agora poderá haver um “tratamento adequado de situações para as quais as regras vigentes se manifestavam desadequadas”.
Na proposta de lei, o Governo aponta como “caso paradigmático” o núcleo da Culatra, na ilha da Culatra do sistema lagunar da Ria Formosa (Algarve), que “constitui um aglomerado piscatório com raízes históricas e com evidências claras de uma ocupação antiga e que detém um estatuto social, económico e cultural merecedor de reconhecimento e valorização”.
Com esta alteração, são criadas “as condições que permitem a legalização das referidas ocupações dentro dos limites estabelecidos no plano de ordenamento da orla costeira em vigor para a área”, dispensando-se a realização de procedimento concursal para a escolha do utilizador e permitindo-se “a renovação dos títulos de utilização por um período máximo de 30 anos” ao conjunto dos títulos emitidos.

2018/01/15

Governo não quer avançar com o Plano A, que custaria só 6 milhões e meio em proteger e opta por 14 milhões em demolir

GOVERNO AFETA 17 MILHÕES DE EUROS A DEMOLIÇÕES EM ESPOSENDE E VIANA



O novo plano de gestão da orla costeira prevê a demolição de diversas construções nas zonas de Apúlia e Ofir, em Esposende, e nas praias da Amorosa e de Castelo de Neiva, em Viana do Castelo. As operações têm uma dotação financeira na ordem dos 17.000.000,00€ para eventuais indemnizações e deslocalização de unidades de restauração existentes nas áreas de intervenção.




A intervenção de maior dimensão vai decorrer nas praias de Pedrinhas e de Cedovém, na Vila de Apúlia. O Plano Ação Litoral XXI, da responsabilidade do Ministério do Ambiente, atribuiu à operação uma prioridade «elevada». A intervenção é para arrancar em 2019 e tem uma dotação financeira de 14 milhões 386 mil 204 euros, montante que é garantido pelo Polis Litoral Norte, pela Agência Portuguesa do Ambiente e pela Administração Hidrográfica do Norte.


Salienta o novo plano de gestão da orla costeira que o grande objetivo da intervenção reside em «prevenir o risco [de erosão?] através da retirada programada de ocupações» na área nascente. As demolições serão seguidas do processo de «renaturalização das áreas a desocupar», da «manutenção e reforço do cordão lunar» e da «instalação de vedações e passadiços» de forma a que o acesso às praias seja reordenado.


«Pretende-se também relocalizar as unidades de restauração existentes ao longo da via pública», sublinha o Plano de Ação Litoral XXI. Para fora da zona de risco serão também relocalizados os «arrumos de aprestos de apoio à pesca», bem como algumas construções à atividade de pescadores que se encontram «ao longo da via pública».
O rol de demolições apontadas para a zona costeira de Esposende vai ainda incidir sobre construções em zona de risco, na parte sul da praia de Ofir, e na praia Suave Mar.


Estas duas operações têm reservado 643 709 € e 387 874€, respetivamente. O arranque das demolições está previsto para 2019, no caso da praia de Ofir; para o ano 2021 está previsto o arranque dos trabalhos de demolição e renaturalização da praia Suave Mar. A intervenção em Ofir é de prioridade elevada.

Esposende já tem reservados quase 32 000 000,00€ para investimentos no ambiente e as verbas começam a chegar este ano.

2017/12/06

Barra de Esposende já não é só perigo para os pescadores





 O município de Esposende elaborou um plano de contingência para galgamentos costeiros que visa prevenir situações de risco e definir procedimentos de protecção de pessoas e bens, em caso de catástrofe. O plano foi apresentado, na semana passada, numa reunião onde foram debatidas as medidas já assumidas e seus resultados, obras em curso, e onde foram ponderadas as acções futuras a desencadear na embocadura do Rio Cávado.

O que pretendemos é a estabilização do sistema dunar que forma a restinga, assim como a melhoria das condições de navegabilidade no rio e na barra em particular, que colocam em perigo todos aqueles que nele navegam' assume o presidente da Câmara Municipal de Esposende, Benjamim Pereira, que admite que “no momento e condições actuais da restinga, acresce assegurar a defesa da população e seus bens nesta zona mais exposta à acção do mar”.

A autarquia de Esposende está disposta a disponibilizar recursos próprios para “patrocinar o avanço imediato de uma solução com carater definitivo”.

Neste contexto, o Município esposendense vai criar um grupo de trabalho para acompanhar as obras de protecção bem como o plano de intervenção e monitorização da orla costeira, constituído pelas entidades presentes na reunião, nomeadamente: representantes do Município, da Protecção Civil, das corporações de bombeiros, da Autoridade Marítima, dos pescadores, das juntas de freguesia, da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e do ICNF, mas também da comunidade científica.

Benjamim Pereira admite que o actual estado de conservação da restinga constitui “enorme preocupação para o Município”.

A destruição da restinga faz com que a ondulação chegue já junto à avenida marginal. As  medidas de autoprotecção contemplam a intervenção, em último recurso, de engenharia pesada, para colocação de barreiras junto à marginal”, disse o responsável pela Protecção Civil de Esposende, Carlos do Carmo, na reunião realizada a semana passada.


Benjamim Pereira assegurou que “o município não apoiará soluções experimentais que continuem a consumir recursos financeiros e que não resolvam o problema” porque, enfatizou, “no dia em que acontecer uma catástrofe em Esposende, a obra avançará de imediato e serão ultrapassados os obstáculos que agora vêm sendo colocados, só que aí será tarde demais para alguns.” 

A actual situação da Barra de Esposende é um enorme problema para o desenvolvimento do concelho, um risco enorme para os pescadores e agora também para a própria cidade de Esposende. Cabe-me alertar as entidades responsáveis, e trabalhar com elas no sentido de encontrar soluções” adiantou o edil.

O presidente do conselho de administração da Polis Litoral Norte, Pimenta Machado, explicou as razões que fizeram com que não tivesse resultado a solução anteriormente adoptada, apontando como principal problema “o incumprimento da especificidade dos geocilindros, por parte do fornecedor”. “Vários aspectos fragilizaram a solução que ali foi desenvolvida”, adiantou Pimenta Machado que anunciou, para Março do próximo ano o arranque das obras de recomposição da restinga, a dragagem da barra com deposição das areias nas praias adjacentes, assim como a reconstrução do molhe longitudinal ao rio. De resto, a intervenção prevista para a praia da Bonança, em Fão, arrancará no mesmo mês.



Um dos responsáveis pela situação atual de Pedrinhas e Cedovém é a Câmara de Esposende




Esta é uma das várias casas que estão em risco de derrocada, por causa da falta de proteção e pelo abandono por parte do Município de Esposende.

Viana do Castelo. Praia Norte inaugurada pelo ministro do Ambiente



O ministro do Ambiente, José Pedro Matos Fernandes, inaugurou a empreitada de Defesa Costeira, Proteção de Pessoas e Bens e Requalificação da Frente Marítima da Praia Norte, uma obra da Polis Litoral Norte orçada em 3,1 milhões de euros e comparticipada pelo POSEUR (Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos).
A empreitada da Polis Litoral Norte teve duas fases distintas: uma primeira empreitada de Defesa Costeira e Proteção de Pessoas e Bens na frente Marítima da Praia Norte e, na segunda fase, a Requalificação da Frente Marítima, que pretende assegurar a manutenção equilibrada desta faixa da orla costeira particularmente ameaçada pelo efeito do mar e pela ocorrência de ocupação densificada.
Na primeira fase, decorreram obras de consolidação de infraestruturas de proteção da erosão costeiras, redes de infraestruturas necessárias e o reordenamento do estacionamento. Na segunda fase, foram executadas as praças temáticas, instalação de mobiliário urbano e equipamento de recolha de lixo, árvores e vegetação, sinalização e iluminação pública e remates de infraestruturas e, recentemente, foi aberto o novo parque infantil.
A intervenção, agora concluída, criou um novo muro de proteção costeira recuado relativamente ao anterior, aumentou a área de praia, substituiu a circulação automóvel na frente marítima por um amplo passeio pedonal, concentrou o estacionamento automóvel na retaguarda, criou um conjunto de praças temáticas vocacionadas para os mais diversos usos – áreas relvadas, zona infantil, auditório natural e equipamentos de restauração e de uso público, os já existentes e os previstos para breve – dotou a globalidade do espaço de mobiliário urbano e iluminação modernos, e assegurou a continuidade do circuito da Ecovia do Litoral Norte, valências que no conjunto rapidamente potenciaram o uso diurno e noturno, exclusivamente pedonal e ciclável, deste espaço marítimo de excelência.
Na cerimónia, o ministro do Ambiente, José Pedro Matos Fernandes, sublinhou que a Praia Norte “é um exemplo” daquilo que tem que ser feito no litoral para o combate à erosão costeira e proteção, sublinhando o trabalho conjunto das autarquias e da Polis Litoral Norte que, só em Viana do Castelo está a investir 30 milhões de euros no litoral.

2017/11/16

Tripulantes resgatados após naufrágio de barco de pesca em Esposende

Naufrágio aconteceu de madrugada em frente às torres de Ofir. Já esta manhã, um outro barco virou em Valadares e os pescadores chegaram à praia a nado

 
Uma embarcação de pesca naufragou hoje ao largo de Esposende, mas os dois tripulantes que nela seguiam foram resgatados com vida, disse à Lusa fonte da Capitania de Viana do Castelo. Segundo a fonte, o naufrágio aconteceu pelas 05:20, numa zona "em frente às torres de Ofir".
Os tripulantes, de 55 e 56 anos, foram resgatados por uma outra embarcação que operava no local. Um deles "apresentava sintomas de hipotermia". Foram os dois transportados para o hospital.
Também esta quinta-feira, uma pequena embarcação de pesca virou ao largo da praia de Valadares Norte, em Gaia, avança o Jornal de Notícias. Segundo a mesma fonte, os dois tripulantes da embarcação vieram a nado até à praia e foram socorridos pelos bombeiros Sapadores de Gaia e Voluntários de Valadares. O alerta foi dado pelas nove da manhã.

2017/10/19

Orçamento de Estado para 2018: Governo transfere até 142 mil euros para Polis Litoral Norte e VianaPolis

«O Governo prevê, no âmbito do Orçamento do Estado para 2018, a transferência de até 132 mil euros para a Polis Litoral Norte, e de até 10 mil euros para a VianaPolis, destinados à recuperação daqueles territórios.



A proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2018 (OE2018), entregue na sexta-feira pelo Governo na Assembleia da República inclui uma "transferência de verbas, até ao montante de 132.300 euros do orçamento da Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos do Ministério do Mar, para a Polis Litoral Norte - Sociedade para a Requalificação e Valorização do Litoral Norte, S.A.".

Este valor irá destinar-se ao "financiamento de trabalhos de recuperação de cordões dunares com recurso a areias dragadas".

O mapa de alterações e transferências orçamentais contempla também a transferência de até 10 mil euros de verbas provenientes de receitas gerais, da Direção-Geral do Território para a Vianapolis, Sociedade para o Desenvolvimento do Programa Polis em Viana de Castelo, S. A.

O relatório do Orçamento do Estado refere que as "sociedades Polis Litoral (Norte, Ria de Aveiro, Ria Formosa e Sudoeste) foram dissolvidas em 31 de dezembro de 2016, com data prevista para a conclusão da liquidação e partilha aprovada no prazo de dois anos a contar daquela data".

Já a "VianaPolis tem previsto, nos respetivos estatutos, a sua dissolução em 31 de dezembro de 2017".

Relativamente ao encerramento de intervenções realizadas no âmbito dos programas Polis, a proposta de OE2018 refere que "o membro do Governo responsável pela área do ambiente pode proceder, na respetiva esfera de competências, à alocação de verbas resultantes do capital social das sociedades Polis, mediante autorização do membro do Governo responsável pela área das finanças, até ao montante de seis milhões de euros".

 - CONSTRUIDO - 

"As sociedades Polis ficam autorizadas a transferir os saldos para apoiar o necessário à execução das empreitadas que ainda se encontrem em curso à data da transferência para outras entidades, nos termos a definir por despacho dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças e do ambiente", acrescenta o texto.

Já na alínea relativa à liquidação destas sociedades, é referido que "o limite da dívida total previsto [...] não prejudica a assunção de passivos resultantes do processo de liquidação das sociedades Polis".

- PARA DEMOLIR - 

Os programas Polis visam promover intervenções nas vertentes urbanística e ambiental, por forma a promover a qualidade de vida nas cidades, melhorando a atratividade e competitividade dos polos urbanos, segundo a Direção-Geral do Território.»